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AS MUSAS DA PRAÇA LUIZ CARLOS PARANÁ -2

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AS MUSAS DA PRAÇA LUIZ CARLOS PARANÁ

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MAIS FOTOS DA LUZ

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1 -SAGUÃO DA SALA SÃO PAULO 2- SAGUÃO DA ESTAÇÃO DA LUZ  3 -CONJUNTO ESTAÇÃO JULIO PRESTES-ESTAÇÃO PINACOTECA  4 - A ESTAÇÃO DA LUZ ATUAL 5 - A PRIMEIRA ESTAÇÃO DA LUZ - 1860

MUSICA EM AGOSTO -primeira quinzena

Agosto foi muito musical. Para compensar o pouco de julho. Continuo tendo que dividir o texto em duas partes: Primeira e segunda quinzenas.

No dia 03, um domingo por um inexplicável descuido, não tinha ingresso para o Municipal e o jeito foi procurar um programa alternativo. E fui ao Teatro do SESI – FIESP, NA Paulista. Ouvi um duo de flauta e violoncelo de artista jovens, iniciantes. Como quase tudo neste ano girou em torno do centenário da imigração japonesa para o Brasil, o duo também tocou peças nipônicas.
Na minha opinião, a flauta foi muito forte e o cello fraco demais, foi completamente dominado. Quase não se ouvia.

Ainda no dia 03, o coro da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) deu uma bela apresentação com a maioria das peças de origem japonesa. A regente Naomi Munakata fez sucesso. Coro bem ensaiado e afinado é muito bonito.

No dia 03 (ou já era 04?) à meia noite o encerramento do Festival de Inverno de Campos de Jordão apresentou nada menos do que a Nona S…

RUA DIREITA 49

Há na Rua Direita de agora, abril de 2008 – e já deve existir ha algum tempo, mas só agora me dei conta - um prédio de sete andares que é um testemunho da cidade de São Paulo no começo do século XX.. É o numero 49, agora ocupado por uma grande loja de calçados.

Edifício Ghinle, foi o primeiro prédio da cidade construído em cimento armado. Entre dois sobrados de dois pavimentos. Com esquadrias em pinho de riga, começou a ser construído em 1913, terminando em 1916.

A fachada está restaurada, mas chama pouca atenção no meio de prédios ainda descuidados. À noite fica bem iluminado o que o destaca na rua.

Voltei várias vezes, observei detalhes e mergulhei na pesquisa. Aprendi mais um pouco sobre São Paulo.

Ninguém olha para cima, ninguém o nota, ninguém lê a placa que o identifica. Todos andam com os olhos no chão desviam dos transeuntes que se deslocam sem regras nem métodos. Cuidam para não cair nas calçadas péssimas, e não tropeçar nos “lençóis” de CDs e DVDs esparramados pelo chã…

O MUSEU DO THEATRO MUNICIPAL

São Paulo tem muitos “cantos” cheios de charme e quase desconhecidos. Você é capaz de passar “n” vezes em frente e não se dar conta de que ele está lá te aguardando para te envolver em um mundo de informações que no mínimo aumentam sua cultura.

Para os mais idosos que andavam pelo Vale do Anhangabaú despreocupados de assédios e assaltos, os baixos do Viaduto do Chá, no lado perto do Municipal, era caminho diário. Alguns iam almoçar na Liga das Senhoras Católicas e depois namoravam nos jardins porque no salão de refeições homens eram separados de mulheres. Mas os jardins não eram tão bem cuidados como hoje porque agora, uma grande Empresa cuida o que pode ser considerado o “jardim de sua casa”.

Então, voltem a esse espaço. Desçam as escadas do lado direito (ficando de frente para o Vale e para o edifício Sampaio Moreira) e darão de frente com o Museu do Theatro Municipal, um desses “cantos” que eu citei.

Vamos falar dele, transcrevendo o que está no folder de poucos pegam e pouquíssimos…

A TORRE DO BANESPA - SEGUNDA PARTE

Agora, começa a subida. No primeiro elevador, você irá até o 26º andar. Uma baldeação e o novo elevador o levará até o 32º andar. E então, dois lances de escada o esperam para serem subidos a pé os 41 degraus.

Uma sala com fotos e livro de presença, permite um pequeno descanso. E mais uma escada, agora em caracol com 18 degraus. É então que se chega ao terraço da torre.

Bastante estreita dá saudades de seu vizinho terraço do Martinelli.

Ainda há mais uns 15m com escada em caracol, que só podem ser usadas pelo Corpo de Bombeiros para hastear as bandeiras; paulista em dias comuns e paulistana no mês do aniversário da cidade. A cada dois ou três meses são trocadas ou porque perderam a cor com o sol ou porque ficaram esfarrapadas pelo vento constante.

Você chegou ao terraço e se tiver curiosidade vai não só ver São Paulo de um outro ponto de vista, mas vai conhecer a história da cidade através de cada um dos pontos observados do alto.

Fazendo uma “viagem” rotacional de 360 graus em sentido hor…

A TORRE DO BANESPA (PRIMEIRA PARTE)

Você já foi à Torre do Banespa? Não? Então vá.

As visitas acontecem todos os dias úteis das 10h às 17h. Só no mês do aniversário da cidade é que nos fins de semana está aberta à visitação pública.

A Torre é nos altos do que já foi a sede do Banco do Estado de São Paulo, na rua João Brícola, entre as ruas Boa Vista, Quinze de Novembro e Praça Antonio Prado. Chega-se lá facilmente pelo metrô descendo na estação São Bento.

Já começamos aí com um pouco da história de São Paulo.

A Rua João Brícola estava no centro financeiro da cidade na década de 30 e foi o lugar que o Banco do Estado de São Paulo escolheu para sua sede. Já havia estado no “centro novo” em um prédio em frente ao Teatro Municipal (depois abrigando o Mappin) ,mas longe do mundo do dinheiro. Fez uma troca com a Santa Casa de Misericórdia que ficou com o prédio da Praça Ramos de Azevedo (que até hoje é dela) cedendo seus terrenos da João Brícola.

O prédio começou a ser construído no final da década de 30 (1939), levou 8 anos sendo…