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Comemorações no mês do folclore em São Paulo

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Margarete é uma amiga querida que escreve muito, muito bem.E muitas vezes tenho "roubado" dela  alguns textos. Aviso e ela me autoriza. Hoje vai um texto que mostra muito conhecimento, cultura, e vontade de divulgar coisas importantes. Se quiser  conhecer outras  produções dela use o link  http://margaretebarbosa.wordpress.com.  Tem coisas de uma sensibilidade  única.
Aqui vai
"O violeiro" de Almeida Jr-pintura em óleo sobre tela - Pinacoteca do Estado de São Paulo
No dia 22 de Agosto é comemorado o 'dia  do folclore', e sabemos que o Brasil tem uma riqueza cultural fantástica. Cada região do país e cada estado tem muito a contribuir com a cultura popular. A cidade de São Paulo comemora o mês do folclore com um programa de eventos, cujo título é  ‘Agosto Caipira’. E sobre o termo caipira, temos a seguinte definição: O termo caipira (do tupi Ka'apir ou Kaa - pira, que significa "cortador de mato"), é o nome que os indígenas guaianás do interior do e…

MINHA MÚSICA NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2011 - JULHO

02Não me satisfaz plenamente, mas desta vez  o jeito foi ouvir o concerto de abertura do Festival de inverno de Campos de Jordão pela TV. Interessante ouvir Pinchas Zukerman como violinista e como regente tocando Beethoven. A Sinfonia nº 1 não é das eu mais gosto mas acho que serve de degrau para as outras que virão. O comentário de Marcelo Jafé (muito contido) foi claro abranjendo o que de importante havia para comentar.  Junto um comentário  de critico musical que a Folha de São Paulo publicou nesta segunda 04.

03 –Voltando ao Teatro Municipal e ouvindo o meu sempre  querido Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo   (que hoje foi um quinteto também, com um pianisa convidado. Tocaram magistralmente (minha opinião de leiga mas ouvinte compulsiva)   Dvoak e Schumann coma introdução sempre esperada de Marcelo Jafé  que introduz o ouvinte  no que vão executar.  A respeito até comentei no facebook e no Twitter. Aqui vai a cópia: “Ouvir o Quarteto de Cordas da cidade de São Paulo hoje, …

SE O SOFÁ FALASSE........

Escrito por Jurema de Carvalho Calvanese, filha de Neuza e que também faz do sofá um objeto biográfico porque o conhece há mais de 50 anos. Da Itália para o Brasil.
Podemos contar a historia de um objeto biografico de infinitas formas - variaçoes pessoais dos escritores, variaçoes temporais, variaçoes emotivas, relaçoes diretas e indiretas com o objeto em questao. Enfim, infinitas formas de viver a mesma coisa.
Inicio esta variaçao contando, antes de mais nada que o objeto em questao, na verdade é um conjunto de moveis um sofa, duas poltronas, duas mesinhas e uma mesinha de centro. Assim, quando nominar apenas o sofa, subentende-se esse conjunto.
Nasceram por volta de 1949 e viveram e vivem com cinco geraçoes diversas em locais também diversos.
A primeira geraçao ja se foi. A segunda tem ainda uma representante que une a geraçao precedente com as geraçoes atuais vividas em 4 tempos (a sua propriamente dita, de seus filhos, de seus netos e a ultima geraçao, com filhos “emprestados” de amigos).
Imagin…

MEU PROJETO ATUAL - TRABALHO COM MEMÓRIA

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AINDA SOBRE O SOFÁ -UM OBJETO BIOGRÁFICO

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Em abril de 2008 entre  os meus primeiros textos para este blog estava a História de um sofá. Estou repetindo para os que não leram como traço de união para um texto novo de continuidade dessa história.  Aqui vai o primeiro texto  e a continuação.



A História real de um sofá (e de suas três “esposas” – as poltronas) – Versão 2009
Esta história foi publicada em abril de 2008 neste mesmo blog. Já passou por modificações, acrescentei as fotos e como o meu publico leitor agora já é outro, resolvi republicá-la. É uma historia que eu gosto muito porque é um testemunho da minha vida. Esse sofá da história tem agora, em 2011 61anos. Foi comprado na casa Pekelman, por volta de 1949-1950, quando mobiliamos com todo o capricho a "mansão" da Avenida D. Pedro I, no Ipiranga. Neuza -Baile de formatura da FFCL- fev.1952

Na sua forma original, era revestido de adamascado vermelho escuro, como dá para imaginar nas primeiras fotos (ainda em preto e branco porque não existia fotografia em cores). As…