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RETRATO DO BRASIL

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Fotografia feita por José de Souza Martins com o telefone celular na Câmara dos Deputados, no dia 18 de abril, quando foi falar na Audiência Pública da CPI do Trabalho Escravo. *José de Souza Martins é sociólogo e Professor Emérito da Faculdade de Filosofia da USP. Dentre outros livros, autor de A Política do Brasil Lúmpen e Místico (Contexto, 2011); Uma Arqueologia da Memória Social - Autobiografia de um moleque de fábrica, (Ateliê Editorial), 2011;A Sociedade Vista do Abismo, (Vozes, 2010); Exclusão Social e a Nova Desigualdade, (Paulus, 2009).

UMA VIAGEM DE REENCONTROS

Uma viagem para reencontros com pessoas queridas mais do que fazer turismo. Em Barcelona encontro os amigos queridos Adolfo e Elena dos quais só noticias virtuais há uns 10 anos. Será aquele abraço real  muito  melhor do que aqueles virtuais que vimos trocando. Em Lisboa Joice e Isabel para as quais  só mando noticias virtuais. haverá um pele a pele muito mais emocionante. em Madri encontro "meu filho espanhol" depois de 37 anos de ausências físicas. Pedro foi um querido aluno, nunca esquecemos um do outro e agora vamos nos rever. Em Lendinara, Rovigo,Itália,  perto de Veneza, revejo minha filha Jurema que mora lá há mais de 5 anos. Nos  falamos sempre via Skype em que ela e Oscar me acumulam de  carinhos.Mas agora estaremos juntas.
É ou não uma viagem de prazer de reencontros? O que vier a mais é a mais só.

INFORMANDO

ESTOU EM FÉRIAS. VOLTO EM MAIO


UM GRANDE AMIGO QUE PARTE PARA OUTROS MUNDOS

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Isto não é um necrológio. É a história de uma grande amizade,  curta em  tempo, mas maior que o mundo. Um egipcio por nascimento, um brasileiro por adoção, um cientista internacionalmente reconhecido, um pesquisador como poucos, um amigo para todas as horas.....Nascido em Alexandria já abriu os olhos em um templo de sabedoria. Os primeiros ares que respirou  foram ares de conhecimento que foi acumulando ao longo da vida.  O  último ar que exalou foi paulistano e deixou como herança  todo esse conhecimento.
Este foi César Ades.
Não quero escrever sobre seu percurso acadêmico.Será escrito à exaustão pela mídia. As mil coisas que ele fez ou deixou encaminhadas serão relacionadas, analizadas, parabenizadas, exaltadas. E durante muito tempo.
Eu quero escrever sobre César amigo.
Encontrei pessoas que lhe tinham amizades há mais de 40 anos sempre continuada. E todos estavam perplexos diante do inacreditável    de sua  morte.
Eu não o conheci há tanto tempo assim. Nosso primeiro contato foi em…

ANÔNIMOS?????

Por que é que alguns leitores dos meus posts fazem comentários  bastante interessantes, fazem perguntas, dão sugestões e não dão e-mail  para retorno? Por que se esconder  no anonimato  Theo? Estou sempre pronta para atender a quem quer conhecer a minha cidade.

CURIOSIDADES SOBRE MINHA CIDADE

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Publicado na Revista da Folha,testemunha a minha ligação com a cidade.

FALANDO EM MÚSICA DE OUTRA MANEIRA (e aproveitando para falar um pouco de História da Música)

O Carnaval terminou. Para mim, o Carnaval é uma espécie de retiro pessoal: faço  o que me dá vontade, sem tarefas a cumprir, nem compromissos me esperando.. E faço o que vai acontecendo.  Faço  o que não faço em dias comuns: cozinho, arrumo casa,  limpo gavetas, até costuro. Mas, estou sempre  dependurada  no computador, “googleando” para procurar  saber o muito que não sei.
Hoje foi o dia do YouTube. É uma covardia. É só pensar em uma música, colocar  o nome na linha de pesquisa e lá aparecem dezenas de opções da mesma coisa. E aí o trabalho é escollher a melhor opção para o gosto pessoal. Ouvir e salvar na minha pasta. Mas,  confesso que não me satisfaz. Nem ouvir música por CD me satisfaz. É uma buzina de carro, uma campainha, um telefone que toca, um cachorro que late e se perde toda a concentração. Acostumada a ouvir música  ao vivo,  vendo também que instrumentos solam em que parte, em um ambiente silencioso e todo ele envolvido nesta ou naquela música, só uso CD quando consigo a…

MEU FEVEREIRO MUSICAL

O mês de fevereiro começou com problemas. Como o Theatro Mvnicipal divulgou a programação do mês,  corri logo para a bilheteria para reservar meus ingressos. Como agora sei que tenho direito a ingressos isentos de qualquer pagamento, pedi por eles. Surpresa: para idosos, só na galeria (anfiteatro, vulgo”poleiro”). De lá não se vê nada e se ouve menos ainda. Não tive recurso senão comprar pagando a metade para´,  pelo menos dois programas. Mas, aí chega a Tsu. Ela é bem mais  “briguenta” do que eu, pintou e bordou. Pegamos então os ingressos de galeria como prova do que pretendíamos fazer; protestar. Ela telefonou para jornais e rádio e eu, mais quietinha, escrevi para o Secretário da Cultura. Postei do Twitter e no Facebook.  A Folha de São Paulo comprou a briga, publicou na Ilustada de sábado a matéria com foto da Tsu exibindo os ingressos. Na sexta, quando entreguei a carta, algum resultado  teve porque no jornal há  resposta do secretário. Repercutiu de certa maneira porque quando …

CRIATIVIDADE SEMPRE É BOM

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Minha filha sempre teve muita imaginação e criatividade. Veja o que ela inventou para motivar as crianças a comerem frutas. Fácil de fazer, tem um bom visual. Mãe coruja sempre promove os filhos. 
                                     Salada de frutas com  imaginação

RESPOSTA AO DESAFIO 2

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EDIFICIO MENDES CALDEIRA SENDO IMPLODIDO Por volta de 1970 a Praça da Sé estava sofrendo uma remodelação completa por conta da instalação do metrô.  O Palacete Santa Helena,ao lado esquerdo da praça de quem olha para  a Catedral,  foi demolido  em 1971
O Edificio Santa Helena é o  maior da direita. Veja o famoso relógio da Praça da Sé. Ainda não tinha o Mendes Caldeira.
Um belo prédio, tão lindo e tão grande, morreu cedo. Foi construido em1922 e com49 anos foi demolido em 117 dias a golpes de marreta, em 1971. Seu assoalho, todo em pinho de Riga, foi disputado “a tapa” entre os que o queriam.
Na rua Santa tereza, ficava o Edificio Mendes Caldeira, construido em 1963. Só viveu 12 anos.Implodido em  1975,   foi o primeiro prédio a ser implodido na cidade, em um tempo récorde  de8  segundos. Sinal dos temos  O desafio  mostrava a imagem de dois momentos da implosão.


RESPOSTA AO DESAFIO 1

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São Aretuza e Nostalgia.
As ninfas  Aretuza e Nostalgia, esculturas de Francisco Leopoldo e Silva (Taubaté 1879-SP 1948) sempre estiveram juntas no que  era o Parque Trianon.  Ao tempo de sua inauguração, em 1892, já era um espaço remanescente de Mata Atlantica, com uma exuberante vegetação, ainda hoje preservada. Tinha um belvedere e uma pérgula com colunas gregas que ocupavam boa parte da frente- onde hoje se acha uma feirinha d e artesanato. Em cada extremidade da colunata havia um templinho, e nele, as estátuas de ninfas nuas Aretuza e Nostalgia.

Pergolado da parque Trianon (décadas de  30-40)com a escultura Aretuza no fim do corredor
Quando o belvedere foi demolido para a construção do MASP, a Aretuza foi para o jardim do parque. E, enquanto Aretuza continua exuberante e admirada no parque, Nostalgia está esquecida Praça Prof. Cardim, em frente ao Jockey, em situação bem pior do que sua “irmã”. Nostalgia exibe artelhos quebrados, uma feia cicatriz na face e a alvura do mármore macul…

“MINHA” PRAÇA NA CIDADE

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“MINHA” PRAÇA NA CIDADE Toda cidade tem praças e São Paulo tem muitas. Todos os bairros tem praças e a Lapa tem algumas. Todo mundo tem uma praça que chamam de sua. Eu tenho a “minha”’ também. É a que fica mais perto da minha casa, aquela por onde passo até mais de uma vez por dia e a que tomo como referência. Ela fica rodeada de algumas ruas que a limitam e rodeiam.: Heitor Penteado que se continua como Rua Aurélia, Rua Cerro Corá, Rua Sepetiba e Rua Ajuricaba.

Não é uma praça plana como a maioria. Não tem uma igreja que a identifica, como são muitas. Mas, ela tem suas características: é muito ingrime e está coalhada de quaresmeiras.
O seu grande declive se explica:  Enquanto a primitiva São Paulo era delimitada pelos rios Tamanduateí e Anhangabaú, a cidade atual tem os rios Tietê e Pinheiros como  rios de referência.  São eles que delimitam  o centro expandido da cidade, aquela região de rodízio de carros.
Rios Tietê e Pinheiros  formaram seus vales  pela erosão das camadas da bacia d…

DESAFIO 2 - 2012

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Observem  as imagens. Em que época foram feitas? Em que lugar? Por que?Compare com outra "demolição" no mesmo lugar. 
Se não conseguir responder, aguarde a próxima semana que terá as respostas.

DESAFIO 1-2012

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Observem as imagens. Podem identificá-las? Qual o primeiro habitat delas? Que foi o escultor? Onde estão agora? Há boas dicas.
Se não conseguirem a identificação, aguardem a próxima semana e terão a história toda.

DAS COMEMORAÇÕES DO ANIVERSÁRIO DA CIDADE

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Eles existem porque alguém há dez anos, acreditou na nossa juventude. Porque alguém apostou na música como forma de inclusão social. Entre violinos, violas, violoncelos e contra baixos, a meninada, cujas idades vão de 13 a 18 anos, estáá vontade, orgulhosa em suas camisetas azuis, e parece um bando de adolescenteschilreantes. São a ORQUESTRA GRUPO PÃO DE AÇÚCAR, com letra maiuscula mesmo.
De repente, tudo muda. A figura do condutor Daniel Misiuk aparece e eles são  agora pequenos deuses nos trazendo música,divina música.


A Orquestra Grupo Pão de Açúcar que contabiliza mais de 500 concertos,hoje é “nossa”, participando do apagar das 458 velinhas do bolo da nossa cidade. Escolheram um belo espaço, bem paulistano, com muito verde e muita arte: O Museu da Casa Brasileira. Programa diversificado,  arranjos próprios adequados ao que se comemorava,   tudo começou com um poema  de Oswald de Andrade, na voz e interpretação de Renata Jaffé.
Canto de Regresso à pátria Minha terra tem palmares Onde go…

DIVULGO E PARTICIPO

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Já divulguei com a devida antecedência a performance dos músicos indianos aqui em São Paulo.  Publiquei nos meus blogs, no twitter, e passei para todos os meus grupos de confivência. E finalmente chegou  dia da apresentação.
É do meu perfil me envolver em tudo o que antecede a apresentação pública.  Pude fazer isso porque de certa maneira , e muito pouco, participei do projeto. 
Quando o publico toma contato com os  músicos, não tem ideia da infra estrutura necessária Desde as 10h da manhã uma equipe de pelo menos umas 10 pessoas se deslocou, esticou fios, ligou microfones,  testou  sons em todas as nuances necessárias.Tudo diferente porque os músicos tocam sentados, com microfones bem baixos, e que tem que responder á sensibilidade de cada instrumentos.
Cenário montado com colchas coloridas .Figurino a carater.
Circulei por lá.  Atenta a tudo e todos filmei, fotografei. Mas, não sou fotógrafa e tudo fica apenas registrado sem boa resolução ou qualidade.
Atentei bem para as fisionomias …