SONO- considerações em torno de um fato
Costumo dormir às 22h quando
não tenho programa à noite (e geralmente não tenho). Entre 21 e 22h frente a
uma TV sem som, cochilo com a passagem das imagens. E ás 22h vou para a cama. Meu sono não é contínuo.
Acordo várias vezes. Com o relógio digital à minha frente vou vendo as horas. Meia noite – que bom. Tenho toda
a noite pela frente no quentinho do edredon – não tenho mais “cobertor de
orelha.” Essas duas horas são “de sono de pedra”. Durmo de novo. Acordo ao redor de 3 horas. Já
dormi o suficiente, mas o quentinho me seduz e continuo em um sono meio cochilo
meio sono. Até 4 horas. Que bom!!! Ainda tenho 2 horas se não de sono, no
quentinho. Se conseguir ficar naquele
estado de sonolência, sou capaz de engatar de novo no sono. Mas, às vezes me
descuido e acordo de vez. E aí não tem jeito. Os neurônios acordam de vez
também, começam a trabalhar
desordenadamente e muitas ideias vão igualmente acordando. E é nesse período
que eu produzo mais. O que quero e devo
fazer durante o…