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DIÁRIO DO MEU ISOLAMENTO - PARTE 11 - meses maio e junho

Começando atrasada. Deveria ter começado no final de junho. Por que não? Dias de muito frio, sofro isso com isso e acabo por fazer coisas que tenho mais atividade física. Acho que já expliquei, mas repito. Moro em um espigão da cidade e a sensação térmica aqui é de cinco graus a menos do que o registrado e em um 10º andar o vento ajuda. E eu, estou um ano mais velha neste inverno que chegou cedo, porque tenho menos massa muscular. Vivo encasacada. Roupa de frio tenho muita, porque, seguindo o que faço anualmente, guardo toda a roupa de frio no verão e a retiro para uso no inverno. São sempre as mesmas, mas longe da vista por um ano, elas retornam como “novas” tanto no inverno quanto no verão. Neste inverno, tenho muita roupa de inverno com malhas comprada há pelo menos cinco anos e casacos até mais “velhos”. E saindo quase nada, elas são sempre “quase novas” Para ficar em casa também, são quase novas, mas sempre as mesmas, inclusive s de dormir. Os cobertores também saem do armário

EU E A POESIA

Poesia não é minha praia. Não me ligo muito a esse tipo de literatura. Corrigindo:   tipo de poesia mais moderna. Procuro uma explicação. Durante os muitos e muitos anos de vivência, no meu subconsciente estão marcados o que eu conhecia como “poesia” : ritmo, rimas, métrica. ... Penso em poesia e me vem à memória o que minha tia Nena me ensinou quando eu tinha uns 2 a 3 anos. (1932-33). Já em 2000 ela me repetiu e eu transcrevi. MEU BRASIL Como são lindos, os passarinhos que tem seus ninhos nos palmeirais] Cantam nas matas, mil alegrias, E melodias sentimentais   Como são belas, as borboletas Que irrequietas, de flor em flor Num voo constante, em torno dela Sobre as mais belas, se vão dispor   Terra de sonhos, tardes amenas, Noites serena, terra gentil Que formosura, quanta beleza Na Natureza, tens ó Brasil!!!!   E mais tarde, quando eu já tinha uma irmã, meu pai nos cantava duas trovas espanholas: Se quieres que te cante                la Se

VOCÊ SABIA QUE

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  Olavo Bilac já foi garoto propaganda?    A foto abaixo foi publicada na revista Fon Fon em 1917 ,Era o tempo em que os poetas não só tossiam (era até moda poeta morrer de tuberculose), mas precisavam de xarope para a paz dos brônquios e dos dois mil reis  da publicidade para a paz de seus versos e rimas (informação de José de Souza Martins)

OBJETOS DE MEMÓRIA

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Todos os objetos têm história. É só procurar por elas. E quando encontramos vários objetos que nos trazem histórias de tempos diferentes aí sim merecem atenção. Na foto, temos três vasos, quase do mesmo tamanho, feitios diferentes e que foram usados para uma bela montagem de flores e folhas diferentes. Através deles podemos resgatar memórias, fotos e dados em sequência cronológica Agora estão todos juntos, na mesma casa florida e quando dá vão até a orquídea recuperada e batem um papinho.   Vamos lá   1 - VASO BRANCO DE PORCELANA PINTADO À MÃO DA DÉCADA DE 70, ARTISTA DESCONHECIDO. Pertenceu a avó paterna de Eliana, Acincina Pereira de Almeida, mulher forte, uma nordestina branca, de olhos azuis que nasceu em Macambira no Sergipe em 10 de agosto de 1916 . Chegou em São Paulo no final dos anos 50 inícios dos anos 60 (1957), quando começou a trabalhar para a igreja Santa Terezinha na Higienópolis. Esta foi a dona do vaso em dois momentos              2 - VASO PRETO  DE PORCELA