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OBJETO DE MEMÓRIA – UM JARRO

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         Pela identificação  veio da Alemanha, pelo tempo com a familia - 1929   A referencia foi o casamento de meus pais João e Eudóxia   em 6 de julho   de 1929..   Por costumes e   no meio social em que os dois viviam   a morada do casal era em aposentos em uma casa compartilhada.   Por classificação social não eram “pobres” : meu pai era o único da familia que tinha algum estudo: era guarda-livros e minha mãe era bordadeira à máquina   trabalhando   (até o casamento) na conhecida Casa Paiva no centro de São Paulo. O bairro de moradia era   o Brás e a rua era Benjamim de Oliveira. A casa era alugada de uma senhora dona Maria, viuva com dois filhos. Eram dois cômodos, uma cozinha comum com a dona da casa e um banheirinho nos fundos, isolado. Os móveis: Na sala, minuscula, uma mesa quadrada de quatro pés. Das cadeiras não me lembro mas uma cristaleirinha com portas de cristal bisotado que fez o meu encanto por muito tempo habita ainda a minha memória. O dormitório - u

MEU PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2022

  Este Blog acaba sendo uma prestação de contas da minha vida para mim mesma e para quem tiver paciência de ler. E minha familia próxima faz parte dela.  Com algum atraso (porque já estamos no quarto trimestre), volto a escrever agora não como diário, mas como trimestres. Durante    a fase mais crítica da Pandemia detalhes foram importantes. Agora a vida já segue mais igual e escrever sobre ela já pode ser de uma maneira mais concentrada Janeiro e fevereiro parecem conter constantes férias para a maioria das pessoas. Março com suas águas fechando o verão traz as atividades ao normal   Novas guerras no leste europeu vão mudando a geopolítica   da região. PRIMEIRA ATIVIDADE – Trocar os calendários (um em cada aposento e todos da LAPAPEL ROTINAS - mudam os anos, mas não mudam a rotinas. E como são as mesmas pra o trimestre, uma citação rápida de quais são.   Acordo e me levanto 6h, - estou viva !!!!! - testo minha locomoção e postura, um copo de água. Jornal. Café com leite (sem

O MUNDO NÃO É TÃO RUIM – ACREDITE SE QUISER (COPIADO)

- Os noruegueses decidiram não perfurar poços de petróleo nas ilhas Lofoten (com US$ 53 milhões em reservas de petróleo) para preservar o ecossistema das ilhas. - Pela primeira vez na história do Malawi, uma mulher foi eleita presidente do parlamento do país. O Esther Challenge cancelou 1.500 casamentos de menores e os mandou de volta à escola. - Os doadores suecos recebem um texto de agradecimento toda vez que seu sangue salva pessoas. - Graças à Lei de Espécies Ameaçadas, a população de tartarugas marinhas quase ameaçadas de extinção aumentou 980%. - Os supermercados tailandeses abandonaram as sacolas plásticas e começaram a embrulhar suas compras em folhas de bananeira. - A Holanda tornou-se o primeiro país sem cães vadios. - A Coreia do Sul organiza festas de dança para pessoas após 65 anos. Lutar contra a demência e a solidão; - Em Roma, você pode pagar uma passagem de metrô usando garrafas plásticas. Assim, já foram recolhidas 350.000 garrafas. - A Califórnia restringe a venda de

EU E A USP

                                    EU E A USP –  Tenho com a USP uma relação de respeito e admiração que começou em 1948 com a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras onde cursei HISTÓRIA NATURAL e saí em 1951 Licenciada podendo ministrar aulas em cursos então secundários. Não fiz carreira acadêmica. Foi um tempo em que ainda não existia a Cidade Universitária e os vários departamentos da recém-formada Faculdade de Filosofia Ciências e Letras ocupava lugares “emprestados” das grandes faculdades já assentadas. Ciências Naturais, HISTÓRIA NATURAL depois de um tempo em um andar da Faculdade de Medicina mudou para o Palacete Glette e lá ficou algum tempo. E foi nesse palacete (que não tinha nada de escola, mas uma casa familiar) que eu estudei os quatro anos de minha vida universitária – três de Bacharelato e um de Licenciatura. Fiz parte dos GLETIANOS da USP.   Pouca gente conhece essa parte da história da USP. Foi preciso que um grupo de gletianos pesquisasse durante oito a

ACABA 2021 COM DEZEMBRO

Escrevo muito, imprimo muito e com isso gasto mais tinta do que devia. Não sei porque revendo o texto SENTINDO PORTUGAL para encher o tempo. Escrevi um relato completo sobre esse problema das ALUCINAÇÕES    e deixo com os médicos   para estudos. Visões vão e vem, duram pouco tempo, dentro do espaço da casa em que minha visão alcança. Cores variam entre rosa e verde. Muito acidentalmente um azul. Recebi visita de Eduardo Barros, aquele do documentário encantado que já dura uns 10   ou mais ano de trabalho. Com certeza será póstumo.   Mas, Benício já tem um ano. Ando muito preocupada por problemas financeiros e quando penso no futuro em que não tenho nada de nada.???? Regina não tem vindo. Acho que Silvia tem dado um pouco de trabalho. e tem mais dois filhos com que se preocupar: Júlia que mora fora, nos Estado Unido e Ricardo que está com Paulo, bebê novo. No dia 07, uma terça feira (que não é o dia da minha “dama de companhia”) sem ouvir voz de ninguém nem a minha,   peguei o

MEU DIÁRIO DE NOVEMBRO

  Seguindo o critério usado há dois anos (desde o início da pandemia e os isolamentos), os últimos dois meses do ano também aparecerão em forma de diário. Para fechar – espero, todo esse período diferente     escreverei como um diário Novembro começou como que se chama de “feriadão” porque juntaram-se os dias   sexta? 29, sábado, domingo, segunda e terça - quatro dias inteiros e mais metade da sexta que muita gente queimou.   Para quem pode viajar e tem para onde ir, MARAVILHA. As restrições das pandemias já estavam mais brandas, a consciência de usar protocolos já era seguida e mesmo comercio, transporte, entretenimento já adaptados. Eu, continuei com compromissos de trabalho e de cursos iniciados, nunca me arriscaria a ir visitar um amigo ou parente embora vacinada e consciente das proteções necessárias e principalmente não tinha dinheiro para viajar, meu orçamento está sempre no limite. O jeito foi continuar a dividir o tempo em atividades diversas para administrar a passagem

DIÁRIO DOS MÊSES DE SETEMBRO E OUTUBRO

PRELIMINARES - Receberia o número 13 e o título DIÁRIO DO MEU ISOLAMENTO na sequência daqueles da PANDEMIA . Ela não   acabou.   “Quase” acabou, mas continua matando gente e os protocolos têm que ser obrigatórios. Mas, as restrições foram sendo    levantadas aos poucos, ainda não podemos respirar com tranquilidade total.   Não estou mais em isolamento compulsório, posso sair, sempre de máscara, controlando entradas de casa quando vindas da rua. E usando sempre que necessário o álcool gel. Na verdade, me acostumei a ficar em casa. Tudo (ou quase tudo) se resolve por Internet. faltando mesmo o contato pessoal (o Homem é um animal social por excelência) Quem mora em condomínios tem sempre os problemas próprios e, se como aquele em que moro    tem mais de 40 anos, os problemas são em maior número. Um deles são as mudanças constantes de condôminos e as reformas igualmente constantes, E durantes meses tive que conviver com barulhos infernais causados por verdadeiras “demolições” em que