COMO FOI BOM
Pegando no gancho do "cobertor de orelha", novas lembranças, novas emoções emergem e republico, para quem não leu: Como Foi bom Amar sempre e sempre. - no dia a dia de trabalho em que mãos apenas se tocam, mas o calor humano se transmitia. - no roçar dos lábios do “até logo” da pressa. - no “namoro” de amantes em que, mãos entrelaçadas, olhos nos olhos vivemos o prazer da “espera”... - no contato pele a pele das caricias mais intimas num preparo para a posse efetiva. Calor de vida, calor de paixão, mistura de sons, cheiros e gostos passando de um para outro. - na apenas proximidade do “depois” saciados de amor e da posse, no aconchego do abraço relaxado do sono.