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COMO FOI BOM

Pegando no gancho do "cobertor de orelha", novas lembranças, novas emoções emergem e republico, para quem não leu: Como Foi bom Amar sempre e sempre. - no dia a dia de trabalho em que mãos apenas se tocam, mas o calor humano se transmitia. - no roçar dos lábios do “até logo” da pressa. - no “namoro” de amantes em que, mãos entrelaçadas, olhos nos olhos vivemos o prazer da “espera”... - no contato pele a pele das caricias mais intimas num preparo para a posse efetiva. Calor de vida, calor de paixão, mistura de sons, cheiros e gostos passando de um para outro. - na apenas proximidade do “depois” saciados de amor e da posse, no aconchego do abraço relaxado do sono.

MINHA VIDA DE ESTUDANTE – TEMPOS DE GINÁSIO PAULISTANO ( 1941-1947)

Durante sete anos fiquei debruçada sobre cadernos de anotações e os livros didáticos requeridos. Não tinha em casa mais do que os dois livros citados. A escola era o Ginásio Paulistano, na Rua Taguá 150 ( onde hoje fica a FMU) , na Liberdade. Sete anos de bonde diário, conhecendo cada pedra do caminho. Passava pelo monumento do Ipiranga, via de longe o Museu, e observava a bela Avenida Dom Pedro I, lugar da elite ipiranguense, com suas belas residências. Um dia viria a morar nessa avenida. Estação dos bondes da Light, A lembrança do relógio do Laboratório Andrômaco, Largo do Cambuci (que teria importância grande na minha vida). O curso científico foi difícil e até hoje tenho pesadelos com as aulas de Matemática. O professor era ótimo, mas eu era péssima aluna. Prof. Oswaldo Sangiorgi até hoje é boa lembrança. A matéria não. “Sete anos de pastor Jacob serviu...” para ter condições de mudar de status. Quem estudou nessa época nesse Ginásio, certamente vai recordar muita coisa. Toda ...