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Mostrando postagens de Abril, 2010

ENTRE BOLAS, BONECAS E SOLDADINHOS DE CHUMBO

Hoje me surpreendi quando preparando textos para um encontro de Resgate de Memórias em Idosos, encontrei perdido no Desktop o que escrevi em 2006. Quatro anos são passados, havia me esquecido do texto que escrevi para um dos muitos cursos da Universidade Aberta à Terceira idade, Narrativas da Contemporaneidade da profa. Cremilda, A criação da história, a pesquisa e as muitas versões feitas e refeitas acabaram por gerar uma narrativa em que aparece a minha porção professora, ensinando sempre que possível. E achei que devia postá-lo porque tem muito contudo didático E aqui vai ele. O Homo ludens, o homem que brinca, não substitui o Homo sapiens – homem que sabe e raciocina, mas se coloca ao lado e um pouco abaixo deste, mais ou menos na mesma categoria do Homo faber – homem que faz. (Johan Huizinga - 1872-1945) Ruas ainda são espaços de brincadeiras coletivas. Com terra batida, calçadas com paralelep

RESPOSTA AO IDENTIFIQUE 04

O texto A se refere a uma poesia de Álvares de Azevedo cujo titulo é “ SE EU MORRESSE AMANHÃ ”. É do periodo ROMANTISMO na literatura brasileira. ÀLVARES DE AZEVEDO nasceu em são Paulo em 12 de setembro de 1831. Fez curso de Direito em São Paulo. Poeta adolescente mostra em suas poesias sentimentos contraditórios em seus escritos que tem um misto de refinamento estético e infantilidade. A partir de 1851 o poeta passa a ter fixação pela idéia da morte. Isso fica claro nas cartas destinadas à mãe e à irmã. Em 25 Abril de 1852, quando tinha apenas 20 anos , Álvares de Azevedo morreu vítima de tuberculose, deixando uma obra relativamente extensa, para quem viveu tão pouco. Álvares de Azevedo, foi fortemente influenciado por Lord Byron e Musset. Sua poesia é marcada pelo subjetivismo, melancolia e um forte sarcasmo. Os temas mais comuns são o desejo de amor e a busca pela morte. O amor é sempre idealizado, povoado por virgens misteriosas, que nunca se transformam em real