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Mostrando postagens de Maio, 2021

OBJETOS DE MEMÓRIA

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Todos os objetos têm história. É só procurar por elas. E quando encontramos vários objetos que nos trazem histórias de tempos diferentes aí sim merecem atenção. Na foto, temos três vasos, quase do mesmo tamanho, feitios diferentes e que foram usados para uma bela montagem de flores e folhas diferentes. Através deles podemos resgatar memórias, fotos e dados em sequência cronológica Agora estão todos juntos, na mesma casa florida e quando dá vão até a orquídea recuperada e batem um papinho.   Vamos lá   1 - VASO BRANCO DE PORCELANA PINTADO À MÃO DA DÉCADA DE 70, ARTISTA DESCONHECIDO. Pertenceu a avó paterna de Eliana, Acincina Pereira de Almeida, mulher forte, uma nordestina branca, de olhos azuis que nasceu em Macambira no Sergipe em 10 de agosto de 1916 . Chegou em São Paulo no final dos anos 50 inícios dos anos 60 (1957), quando começou a trabalhar para a igreja Santa Terezinha na Higienópolis. Esta foi a dona do vaso em dois momentos              2 - VASO PRETO  DE PORCELA

VOLTANDO A FALAR DE MÚSICA

  VOLTANDO A FALAR DE MÚSICA Já devo ter comentado que neste isolamento que já atinge 425 dias, uma das coisas que eu sinto mais falta é nos domingos de manhã atravessar a rua, tomar um ônibus, descer na Praça Ramos de Azevedo e ir ao Theatro Municipal. Encontrava Rosa a amiga chilena e se a lojinha Joana (chinesa) estivesse aberta sempre comprávamos mimos para nossas amigas Meire e Vilma que nos recebiam com o maior carinho no Saguão do Municipal. E sempre um concerto com Orquestra Sinfônica ou a Experimental de Repertório, ou a Orquestra de Heliópolis ou......, mas sempre um programa orquestral. Nos   primeiros tempos de isolamento sempre fugia de programas musicais na TV. Não me detinha nos programas de música orquestral.   Não me satisfazia uma tela pequena e um som “mixuruca” perto do som ao vivo. Aos poucos, na impossibilidade de voltar aos meus programas dominicais e na falta dessa música erudita ao vivo, fui me adaptando e percebi uma grande vantagem: se a gravação é bem f

ANTES QUE A NATUREZA MORRA –um livro que tem História

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  1ª capa – campo cerrado muito degradado pelas derrubadas e queimadas contínuas – Emas, próximo à  Pirassununga- Foto Ferri 2ªcapa – Montenegro o (RS) Ipê – Foto Ferri DADOS DO LIVRO - Edição francesa 1971 -    Edição brasileira – 1973    - 9ª reimpressão – 2011 Coordenação – Mário Guimarães Ferri – prof Fisiologia Vegetal – História Natural                      Faculdade de Filosofia Ciências e Letras – USP  1950   Oferecido para compra neste maio de 2021 provavelmente pelo meu perfil no banco de dados. Imagem visual e data de publicação (1973) detonou flash de memória. 1973 – Ano em que eu continuava minha atividade didática como professora de Ciências e Biologia usando um método de ensino pessoal que tinha o nome de PROGRAMAÇÃO DINÂMICA DE ESTUDOS PARA CIÊNCIAS, um método tão diferente que foi registrado no MEC na époc Paralelamente, estudava muito e mesmo que ainda não se desse importância à ECOLOGIA e

DIÁRIO DO MEU ISOLAMENTO – PARTE 10

Continuo em isolamento nestes meses de março e abril sempre em casa consciente do isolamento social.   A pandemia aqui em São Paulo atingiu pico maior até agora, final de abril.   NO final de abril completei 413 dias de isolamento consciente, Saí nesse tempo todo umas 10 vezes necessárias. Não vou repetir as rotinas porque elas continuam rotina das rotinas. As primeiras rotinas do dia nem sempre são completas que seriam: um copo de água, comunicação pelo interfone com um bom dia que é código significando que sobrevivi à noite, bom dia para Flavio, leitura do jornal enquanto tomo café com leite (leite com café solúvel -sempre Nescafé) _ ginastica, arrumação  cama, banho, hidratação e o vestir completo como se fosse sair. As vezes falta a ginásticas e se está muito frio  fico com roupa de dormir o dia inteiro (raro). Religiosa é a leitura do jornal (Estadão) que já está na cestinha da porta quando levanto. Complementa as noticias televisivas que tem muito bla bla bla, muito comercial. Co