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DIVULGANDO O 8º CURSO DA HISTÓRIA DE SÃO PAULO - CIEE

Prosseguindo no  meu papel de divulgadora de cultura, em primeira mão, como um "furo' de reportagem,  estou divulgado  o 8º curso da História de São Paulo patrocinado pelo CIEE e organizado pela prof. de História da USP Ana Maria  de Almeida Camargo.  Frequentei quase todos eles e são excepcionais. O CIEE fica na ruaTabapuã, de fácil acesso, com ambiente simpático e acolhedor, com tudo o que se espera  de lugar para adquirir conhecimentos. O curso é grátis, mas é preciso se inscrever no site do CIEE. Acho que ainda é cedo para isso e eu prometo lembrar novamente no final de julho. Agora é só para tomarem conhecimento dos temas e dos palestrantes e se PROGRAMAREM. 8º CURSO DE HISTÓRIA DE SÃO PAULO “São Paulo de todos os credos: religião e práticas religiosas” DATA AULA DOCENTE E INSTITUIÇÃO DE ORIGEM 18/8 A perda do protagonismo da religião católica em São Paulo Flávio Pierucci (USP) 25/8 O budismo e suas manifestações em São Paulo Frank Usar...

LARGO E PRAÇA DA SÉ EM FOTOS

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LARGO DA SÉ EM 1880 - á direita matriz da Sé. Em frente Igreja São Pedro dos Clérigos PRAÇA DA SÉ EM 1930 - fAMOSO RELÓGIO, PALACETE SANTA HELENA, BONDES PRAÇA DA SÉ EM 1954 - CATEDRAL INACABADA, ABRIGOS DE ONIBUS, SEM VERDE PRAÇA DA SÉ EM 2004 - FOTO TIRADA DE BALÃO. FUSÃO DAS PRAÇAS DA SÉ E CLÓVIS BEVILACQUA - MARCO ZERO. À DIREITA CATEDRAL E À ESQUERDA PALACIO DA JUSTIÇA

A HISTÓRIA DA PRAÇA DO PATRIARCA EM FOTOS.

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Praça do Patriarca na década de 20 Praça do Patriarca na ultima reforma - século XXI A estátua de José Bonifácio na Praça do Patriarca.

OPORTUNIDADE DE VER SÃO PAULO “DE NOVO” – Primeira parte

Escrever é sempre um trabalho que não sai no impulso. Começa pelo titulo que exige um bom tempo para se escolher o mais adequado, o que diga muito em poucas palavras, o que seja sugestivo. Eu ainda não encontre um título para este texto e ainda não sei em que “casa” vai morar:: na pasta “USP 2008”; Na pasta “Textos de Neuza”; na pasta “Neuza 2008” ou simplesmente em “Meus Documentos” para na hora certa muda-lo de “casa”? Por enquanto o titulo é AINDA SEM TITULO, AINDA SEM CASA. No final do texto já tinha "descoberto" o titulo. Mesmo uma registradora como eu, precisa de um tempo entre o acontecimento a ser registrado e a efetiva passagem para a linguagem escrita. É um tempo de assimilação e incorporação. Cada fato é uma pedrinha de mosaico que vai sendo trabalhada, ajeitada e colocada no lugar certo. Fatos revistos, colocados na ordem, complementados com detalhes... Quando a ultima pedra fecha o quadro, o texto está pronto na cabeça e pode ser considerado completo. E...

MAIS UM PEDAÇO DE SÃO PAULO

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Praça Luis Carlos Paraná, pertinho da Avenida Nove de Julho. Uma escultura de Lecy Beltran –Colhedor de Café – homenageia o trabalhador rural. Ao lado, de propósito ou não, um pé de café foi plantado, um complemento vivo dos grãos da peneira. Pegou bem, já tem grãos verdes e alguns vermelhos. E aí, a sensibilidade de um fotógrafo captou o ângulo exato e a composição estátua fria, morta, + ramos vivos com grãos quase prontos ficou perfeita. Salve Hélvio Romero. Os paulistanos te agradecem por mais esta bela imagem da cidade.

MONUMENTO À OLAVO BILAC - 1920

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“ No inicio da Avenida Paulista (hoje final, entre as ruas Minas Gerais e Augusta), em 1920, alguém teve a idéia de implantar um monumento que homenageasse Olavo Bilac. O Prefeito Firmiano de Morais Pinto procurou tomar todas as providências para que a iniciativa tivesse êxito. O escultor escolhido foi o suíço William Zadig. O resultado foi lastimável. Além de revelar falta de percepção da paisagem, o monumento não tinha unidade plástica e, pior do que isso, não tinha poesia. A falta de unidade facilitou o esquartejamento da obra e seus fragmentos foram espalhados pela cidade com a falta de cerimônia com que são tratados os monumentos desta cidade. Do conjunto só restou a imagem do gesto desolado do poeta que ficou a ouvir estrelas.” Benedito Lima de Toledo - Album Iconográfico da Avenida Paulista - 1987

"O BEIJO ETERNO"

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Escultura “O beijo Eterno” – William Zadig - 1920 “Não me basta saber que sou amado, Nem só desejo o teu amor: desejo Ter nos braços teu corpo delicado, Ter na boca a doçura de teu beijo”. Olavo Bilac Separada das outras estátuas do monumento a Olavo Bilac, O Beijo Eterno “morou” em um depósito da prefeitura durante algum tempo, e foi depois instalado no Largo do Cambuci, causando protestos das senhoras puritanas que não admitiam aquele casal nu se beijando em praça pública. Retirado, o casal continuou vagando, foi para a Avenida Nove de Julho sob a Avenida Paulista. “ Incansáveis, os amantes mantiveram sua apaixonada homenagem a Bilac em meio à fuligem, até serem salvos por quatro cabeludos à Castro Alves, da Faculdade de Direito, que os desembarcaram no Território Livre do Largo de São Francisco, em junho de 1962, para emoldurar novas lutas libertárias e inspirar trovas acadêmicas” (depoimen...

A TORRE DO BANESPA (PRIMEIRA PARTE)

Você já foi à Torre do Banespa? Não? Então vá. As visitas acontecem todos os dias úteis das 10h às 17h. Só no mês do aniversário da cidade é que nos fins de semana está aberta à visitação pública. A Torre é nos altos do que já foi a sede do Banco do Estado de São Paulo, na rua João Brícola, entre as ruas Boa Vista, Quinze de Novembro e Praça Antonio Prado. Chega-se lá facilmente pelo metrô descendo na estação São Bento. Já começamos aí com um pouco da história de São Paulo. A Rua João Brícola estava no centro financeiro da cidade na década de 30 e foi o lugar que o Banco do Estado de São Paulo escolheu para sua sede. Já havia estado no “centro novo” em um prédio em frente ao Teatro Municipal (depois abrigando o Mappin) ,mas longe do mundo do dinheiro. Fez uma troca com a Santa Casa de Misericórdia que ficou com o prédio da Praça Ramos de Azevedo (que até hoje é dela) cedendo seus terrenos da João Brícola. O prédio começou a ser construído no final da década de 30 (1939), levou 8 anos s...