CRODOWALDO PAVAN - UMA ALUNA E SEU PROFESSOR
Neste três de Abril de 2009, morre o prof. Pavan. Ele era quase um paulistano. Afinal, Campinas fica logo ali. Mas é uma referencia para São Paulo e para a Universidade Podia ter esperado um pouquinho mais – seis meses – e teria completado os 90 anos. Seu necrológio será publicado á exaustão, suas fotos cansarão olhares, sua trajetória profissional será repetida e repetida e repetida. Mas estas serão letras sobre um jovem professor e tempos de convivência de um professor com uma aluna que estava começando a se acostumar com o meio universitário. Em 1948 entrei para a Universidade de São Paulo, que funcionava não no belo campus que temos hoje, mas em um palacete de moradia – O Palacete Glette. 1948 – 1949 foram anos de Zoologia e Botânica e em 1950 subimos para o sótão do Palacete para as aulas de Biologia com o prol André Dreyfus e seus assistentes Rosina de Barros, Crodowaldo Pavan e Antonio Brito da Cunha. Espaço acanhado, os microscópios quase se tocando, mas com a competênci...