Postagens

Mostrando postagens com o rótulo - história de São Paulo

MINHA MÚSICA EM OUTUBRO

01 - Começo bem. Sala Cultura Inglesa do CBB. Òpera comentada (em DVD) AIDA. Sendo de Verdi não há o que comentar mais. Continuam os coros grandiosos  e os balês  como parte importante. Sendo  com orquestra e coro do Teatro Alla Scala de Milão, a regência de Riccardo  Chailly e direção cênica de Franco Zeffirelli, o espetáculo só poderia ser muito, muito especial. E foi realmente. Embora com cenários “faraônicos’ (justificados), muito dourado, muitas figuras mitológicas exageradamente grandes,  me agradou. Do coro, frequentemente solicitado na ópera, nem preciso falar mais. Do Balê de Wladimir Vassiliev (importante para mim e uma história que talvez eu conte um dia)  ficou uma visão de perfeição acima de tudo.
Gostei mais de Amnieris do que da própria Aida. Radamés,  com Roberto Alagna me surpeendeu. O tenor tem uma biografia bastante agitada como encontrei no Google:
ROBERTO ALAGNA  nasceu na França,  em 1963 de pais  siciliano (italianos) imigrantes.Como um adolescente, o jovem começo…

DEZ INDIANOS E UM DOMINGO DE CHUVA EM SÃO PAULO

Imagem
Dez  indianos recém chegados de várias partes da Índia para Simpósio e workshop Brasil-Índia, na  Universidade de São Paulo, tinham apenas 7 horas (das 10 da manhã às 17h da tarde) de um domingo de muita chuva para  pelo menos tomar contato com a cidade, mesmo que fosse em flashs.O prof , Makarand,o 11º indiano da delegação não pode ir.
O que  programar, considerando que  muito desse tempo seria gasto em deslocamentos?

Enquanto a equipe cuidava  há mais  de dois meses na organizaçao do Simpósio,  pensei em como mostrar a pessoas de um país rico de tradições culturais  que remontam aos tempos a.C, algo de uma cidade praticamente recem nascida, e em tão pouco  tempo.
Em um primeiro momento pensei em música, não uma música nossa, mas uma música universal. E em um espaço, esse sim nosso, o Theatro Mvnicipal, que provavelmente não vai competir com teatros indianos. Não há comparação. São diferentes.

Contato com a Secretaria Municipal de Cultura, acabou por nos oferecer 15 ingressos de cortes…

FALANDO DE LIVROS...DE NOVO

De repente me dou conta de que não tenho lido muito ultimamente. Aí fui fazer um balanço. Livros mesmo não li quase, mas leio muito jornal, revistas boas e especializadas, textos de uns e outros, resultados de pesquisas e faço muita pesquisa para minhas atividades como aluna ou como ministrante de oficinas.
Então, concluo que tenho lido sim, embora minha leitura seja mais dirigida para o trabalho.
Como o tema do meu trabalho atual é sobre a Memória do Centro de São Paulo, li muito à respeito.
Gosto de divulgar informações e hoje vou falar de um autor e de três livros maravilhosos para quem gosta da cidade e quer conhecer um pouco mais do que ela foi.

O autor: Jorge Americano
Jorge Americano nasceu em São Paulo, no dia 25 de agosto de 1891e faleceu no dia 6 de fevereiro de 1969, aos 78 anos de idade. Viveu no tempo de que ele fala.

Em 1908, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, vindo a bacharelar-se em 1912, com 21 anos de idade. Em 1921, começou a trabalhar como pro…