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DIÁRIO DO MEU SEMI ISOLAMENTO – PARTE 12

  Começando no final de agosto e tem esse nome porque restrições começam a ser menores, afastamento social diminui e sabendo guardar os devidos cuidados permite um contato maior entre pessoas. Chego a receber duas a três pessoas com todo os cuidados. Na minha opinião, restrições diminuídas antes do tempo. A pandemia continua. ROTINAS – Não vou acrescentar as rotinas porque elas continuam ROTINAS. As da manhã continuam as mesmas de sempre.  Como não dá tempo de ler tudo o que me interessa, sempre recorto o que eu quero ler mais tarde e acumulo perto da mesa. De tempos em tempos faço uma “limpeza” e jogo fora o que já saiu do meu interesse ou já está ultrapassado. Só agora neste tempo de frio me recolho mais cedo e faço como rotina estar no quarto pelas 21 horas e ler pelo Kindle até 22h quando vou para a cama mesmo. Com muitos cobertores nesses dias de frio maior, não sinto frio  à noite porque  fico como envolvida pelas cobertas.   ATIVIDADES DOMÉSTICAS...

DIÁRIO DO MEU ISOLAMENTO - PARTE 11 - meses maio e junho

Começando atrasada. Deveria ter começado no final de junho. Por que não? Dias de muito frio, sofro isso com isso e acabo por fazer coisas que tenho mais atividade física. Acho que já expliquei, mas repito. Moro em um espigão da cidade e a sensação térmica aqui é de cinco graus a menos do que o registrado e em um 10º andar o vento ajuda. E eu, estou um ano mais velha neste inverno que chegou cedo, porque tenho menos massa muscular. Vivo encasacada. Roupa de frio tenho muita, porque, seguindo o que faço anualmente, guardo toda a roupa de frio no verão e a retiro para uso no inverno. São sempre as mesmas, mas longe da vista por um ano, elas retornam como “novas” tanto no inverno quanto no verão. Neste inverno, tenho muita roupa de inverno com malhas comprada há pelo menos cinco anos e casacos até mais “velhos”. E saindo quase nada, elas são sempre “quase novas” Para ficar em casa também, são quase novas, mas sempre as mesmas, inclusive s de dormir. Os cobertores também saem do armário...

EU E A POESIA

Poesia não é minha praia. Não me ligo muito a esse tipo de literatura. Corrigindo:   tipo de poesia mais moderna. Procuro uma explicação. Durante os muitos e muitos anos de vivência, no meu subconsciente estão marcados o que eu conhecia como “poesia” : ritmo, rimas, métrica. ... Penso em poesia e me vem à memória o que minha tia Nena me ensinou quando eu tinha uns 2 a 3 anos. (1932-33). Já em 2000 ela me repetiu e eu transcrevi. MEU BRASIL Como são lindos, os passarinhos que tem seus ninhos nos palmeirais] Cantam nas matas, mil alegrias, E melodias sentimentais   Como são belas, as borboletas Que irrequietas, de flor em flor Num voo constante, em torno dela Sobre as mais belas, se vão dispor   Terra de sonhos, tardes amenas, Noites serena, terra gentil Que formosura, quanta beleza Na Natureza, tens ó Brasil!!!!   E mais tarde, quando eu já tinha uma irmã, meu pai nos cantava duas trovas espanholas: Se quieres que te cante ...