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DEZ INDIANOS E UM DOMINGO DE CHUVA EM SÃO PAULO

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Dez  indianos recém chegados de várias partes da Índia para Simpósio e workshop Brasil-Índia, na  Universidade de São Paulo, tinham apenas 7 horas (das 10 da manhã às 17h da tarde) de um domingo de muita chuva para  pelo menos tomar contato com a cidade, mesmo que fosse em flashs.O prof , Makarand,o 11º indiano da delegação não pode ir.
O que  programar, considerando que  muito desse tempo seria gasto em deslocamentos?

Enquanto a equipe cuidava  há mais  de dois meses na organizaçao do Simpósio,  pensei em como mostrar a pessoas de um país rico de tradições culturais  que remontam aos tempos a.C, algo de uma cidade praticamente recem nascida, e em tão pouco  tempo.
Em um primeiro momento pensei em música, não uma música nossa, mas uma música universal. E em um espaço, esse sim nosso, o Theatro Mvnicipal, que provavelmente não vai competir com teatros indianos. Não há comparação. São diferentes.

Contato com a Secretaria Municipal de Cultura, acabou por nos oferecer 15 ingressos de cortes…

O MUSEU DO THEATRO MUNICIPAL

São Paulo tem muitos “cantos” cheios de charme e quase desconhecidos. Você é capaz de passar “n” vezes em frente e não se dar conta de que ele está lá te aguardando para te envolver em um mundo de informações que no mínimo aumentam sua cultura.

Para os mais idosos que andavam pelo Vale do Anhangabaú despreocupados de assédios e assaltos, os baixos do Viaduto do Chá, no lado perto do Municipal, era caminho diário. Alguns iam almoçar na Liga das Senhoras Católicas e depois namoravam nos jardins porque no salão de refeições homens eram separados de mulheres. Mas os jardins não eram tão bem cuidados como hoje porque agora, uma grande Empresa cuida o que pode ser considerado o “jardim de sua casa”.

Então, voltem a esse espaço. Desçam as escadas do lado direito (ficando de frente para o Vale e para o edifício Sampaio Moreira) e darão de frente com o Museu do Theatro Municipal, um desses “cantos” que eu citei.

Vamos falar dele, transcrevendo o que está no folder de poucos pegam e pouquíssimos…

A TORRE DO BANESPA - SEGUNDA PARTE

Agora, começa a subida. No primeiro elevador, você irá até o 26º andar. Uma baldeação e o novo elevador o levará até o 32º andar. E então, dois lances de escada o esperam para serem subidos a pé os 41 degraus.

Uma sala com fotos e livro de presença, permite um pequeno descanso. E mais uma escada, agora em caracol com 18 degraus. É então que se chega ao terraço da torre.

Bastante estreita dá saudades de seu vizinho terraço do Martinelli.

Ainda há mais uns 15m com escada em caracol, que só podem ser usadas pelo Corpo de Bombeiros para hastear as bandeiras; paulista em dias comuns e paulistana no mês do aniversário da cidade. A cada dois ou três meses são trocadas ou porque perderam a cor com o sol ou porque ficaram esfarrapadas pelo vento constante.

Você chegou ao terraço e se tiver curiosidade vai não só ver São Paulo de um outro ponto de vista, mas vai conhecer a história da cidade através de cada um dos pontos observados do alto.

Fazendo uma “viagem” rotacional de 360 graus em sentido hor…