quarta-feira, 19 de abril de 2017

Simpósio USP- Rumo a um Envelhecimento Ativo

Entre as postagens sobre parques ( o proximo será o Parque Tenente Siqueira Campos, o parque Trianon como é conhecido) uma informação sobre um evento  importante para os idosos envelhecendo. Vai agora  para usar um tempo hábil. 

I SIMPÓSIO USP RUMO AO ENVELHECIMENTO ATIVO
8:00 - 8:30 horas Recepção
8:30 - 8:40 horas Abertura - Prof. Dr. Alexandre Kalache (Presidente ILC- Brazil)

MÓDULO I: ENVELHECIMENTO E MEMÓRIA
08:50 - 10:10 horas
Moderador: Dr. Egidio Lima Dórea (Coordenador Programa USP Rumo ao Envelhecimento
Ativo)
Memória das cidades
Profa. Dra. Ecléa Bosi (Professora emérita do Instituto de Psicologia da USP)
Encontros para resgate da memória auto-biográfica
Sra. Neuza Guerreiro de Carvalho (Coordenadora do programa resgate da memória autobiográfica)
Estação memória: experiência, diálogo intergeracional e participação sócio-cultural do idoso
Profa. Dra. Ivete Pierruccini (Docente da Escola de Comunicação e Artes da USP)
Debate
10:10- 10:50 horas Intervalo

MÓDULO II: ENVELHECIMENTO E SAÚDE
11:00 -12:20 horas
Moderador: Dr. Victor Kawabata (Coordenador do departamento de Clínica Médica do
Hospital Universitário da USP)
Sobrepeso e obesidade no idoso
Prof. Dr. Márcio Mancini (Ex-presidente da Associação Brasileira para estudo da obesidade)
Exercício físico na saúde do coração
Profa. Dra. Patrícia Brum (Profa. Associada da Escola de Educação Física e Esporte da USP)
Debate
12:30-13:50 horas Intervalo

MÓDULO III: ENVELHECIMENTO E ECONOMIA
14:00 -15:20 horas
Moderador: Prof. Dr. Rubens Beçak (Professor associado da Faculdade de Direito de
Ribeirão Preto- USP)
Os Desafios éticos e econômicos da longevidade
Prof. Dr. Eduardo Gianneti (Professor do INSPER- Instituto de Ensino e Pesquisa)
Como se programar economicamente para um envelhecimento ativo
Prof. Dr. Rodrigo De Losso da Silveira Bueno (Professor titular da Faculdade de Economia e
Admnistração-USP)
Debate

MÓDULO IV: ENVELHECIMENTO E RESILIÊNCIA
15:20 - 16:40 horas
Moderadora: Profa. Dra. Ana Cristina Limongi (Pró-reitora adjunta de Cultura e Extensão da
USP)
A invenção de uma bela velhice: a importância do projeto de vida e do humor
Profa. Dra. Mirian Goldengberg (Profa. Titular do departamento de antropologia cultural da
UFRJ)
Envelhecimento e desenvolvimento humano-
Profa. Dra. Maria Júlia Kovács (Professora livre docente do Instituto de Psicologia da USP)
Debate

MÓDULO V: ENVELHECIMENTO E URBANISMO
16:40 - 17:50 horas
A arquitetura e o envelhecimento
Prof. Dr. Marcelo de Andrade Romero (Pró-reitor de Cultura e Extensão da USP; professor
titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP)
Debate
18:00 horas: Encerramento CORAL USP – PRCEU
Dia: 03/05/2017 das 08:00 às 18:00 horas
Local: Biblioteca Brasiliana Guita e Jose Mindlin – Rua da Biblioteca s/n Cidade Universitária

Inscrições: Gratuitas: envelhecimentoativo@hu.usp.br (11)3091-9183

segunda-feira, 3 de abril de 2017

PARQUE ESTADUAL DO JARAGUÁ

Dando continuidade ao prometido na postagem anterior vou continuar a me dedicar aos parques de São Paulo, sejam eles municipais ou estaduais, mas que representam pontos de lazer para a população. 
Por que escolhi o Parque do Jaraguá, embora devo denomina-lo corretamente como PARQUE ESTADUAL DO JARAGUÁ?  Sempre há, senão um critério, uma razão. 
  - Estou estudando e pesquisando sobre o século XVI no meu atual trabalho em pps sobre HISTÓRIA DE SÃO PAULO EM IMAGENS. E encontrei o ouro do Jaraguá, Afonso Sardinha.......
…e nada mais oportuno do que ligar o Blog ao trabalho. E assim entrou o Parque do Jaraguá como o parque seguinte a ser estudado e publicado. 



HISTÓRIA
O pico do Jaraguá foi o cenário da primeira mina de ouro do Brasil colônia. 
                             Pico do Jaraguá em 1590 – “virgem” das antenas atuais  

As primeiras descobertas de ouro não foram em Minas Gerais, mas no Pico do Jaraguá, em São Paulo. 
Nomes ligados à mineração do ouro no Pico do Jaraguá são Afonso Sardinha e Clemente Álvares. Ambos tinham casas de fundição, que eram responsáveis pela cobrança do "quinto”, o imposto sobre a mineração do ouro. Apenas em terras paulistas foram extraídas 4 650 arrobas de ouro entre 1600 e 1820. 

Afonzo Zardinha de Melo (o Velho)
Afonso Sardinha, português, chegou em São Paulo, e adquiriu uma grande fazenda em 1580.Trazia negros da África como escravos. Analfabeto como quase todos, assinava o nome com uma cruz com três hastes. Não tinha filhos com a mulher, mas um, ilegítimo e mameluco, de alguma índia - Afonso Sardinha, o Moço, 
Chefiava uma grande aldeia de índios em Carapicuíba e com eles plantou cana e montou um engenho. Muito rico, tinha uma casa grande e hoje restaurada ainda é visitada.
CASA DE  AFONSO SARDINHA EM 1580

    






                                           Casa de Afonso Sardinha em 2016
                                                               Restaurada - Transformá-la em um centro para visitantes, ou, em uma espécie de museu de mineralogia, são algumas das possibilidades que se apresentam com a retomada do “Casarão do Afonso Sardinha”.

Em 1591 na fazenda de Afonso Sardinha se instalou a primeira usina siderúrgica: dois fornos rústicos e uma forja para produção de ferro.

 Em 1597 na mata cerrada do Morro de Araçoiaba (atual Floresta Nacional de Ipanema) no município de Iperó, região de Sorocaba, funcionou a primeira fábrica de ferro do país, pertencente a Afonso Sardinha. (?)

O empreendimento de Sardinha representou grande proeza, mas, sem prosperar ele encerrou suas atividades por volta de 1628. Mesmo assim, Afonso Sardinha recebeu o título de FUNDADOR  DA SIDERURGIA BRASILEIRA

Em 9 de julho de 1615 ainda, com sua mulher Maria Gonçalves, fez doação, de todos os seus bens móveis e de raiz para a Companhia de Jesus como a Fazenda   Embuaçava, na região de Pinheiros e de Carapicuíba. 

Os Jesuítas dividiram a área em 19 sítios que foram arrendados. Entre esses sítios estava o sitio do Butantã que foi arrendado em 1750 por Inácio Xavier César. Mais tarde com a expulsão dos Jesuítas seus bens foram incorporados ao patrimônio do Estado. A área situada à margem da estrada de Itu, hoje Av. Corifeu de Azevedo Marques, em 1889 foi vendida e acabou nas mãos do Estado onde foram fundados o Instituto Butantã e a cidade Universitária.

Afonso Sardinha o Moço era o filho bastardo de Afonso Sardinha; tinha acompanhado o pai em todos seus feitos e morreu pobre em meio a uma expedição guerreira.
Afonso o Moço foi o iniciador do ciclo do ouro das Minas de São Paulo, descobriu ouro de 1589 a 1600 na serra da Mantiqueira, em Guarulhos, Jaraguá, São Roque e Ipanema onde também encontrara ferro. Seu companheiro nas diligências era Clemente Álvares, mineiro prático. Com seu filho Pedro Sardinha, também grande sertanista, desenvolveu os trabalhos de mineração no Jaraguá, mina donde diz ter extraído 80 mil cruzados

Clemente Álvares – Clemente Alves ou Alvares, nasceu em São Paulo pelos idos de 1569 numa 5ª Feira Santa. Foi batizado pelo Padre José de Anchieta que escolheu o nome por ter ele nascido no dia em que a Igreja celebrava a Última Ceia, dia do perdão e da clemencia. 

Clemente foi homem abastado para sua época. Além de muitos índios administrados, mais de 80 na primeira contagem em seu inventário, possuía roupas finas, gado, muitas ferramentas, alfaias de casa, além de estoques de cereais.

 Em 1590 Clemente Álvares e o filho bastardo de Afonso Sardinha se aventuraram por matas e serras desde a Mantiqueira até o Norte de São Paulo e no caminho foram descobrindo minas de ferro e ouro, a mais famosa no morro do Jaraguá. 

Clemente Álvares, muito rico, morava em um sítio em um lugar distante – Birapoeira - mixto de lugar de criação de gado e porcos e onde instalou também sua indústria de Fundição. Tinha uma boa casa na cidade e um bom número de escravos índios.   

Em 1619 comprou terras na região de Santana de Parnaíba onde começou a construir nova fundição. Não era bem visto pelos comerciantes porque na verdade ele se tornara uma espécie de distribuidor de ferro para os índios. 

Entreveros com o sogro espanhol, um fundidor flamengo, conhecedor de outras técnicas de fundição, filhos e genros aprendendo a profissão, Clemente Álvares que por não saber escrever ainda assinava com um sinal, foi perdendo muitas propriedades e morreu em 1614. Foi um dos mais ricos de São Paulo, 
A ele ficou a honra de ter sido O PRIMEIRO FUNDIDOR DE SÃO PAULO.


PARQUE ESTADUAL DO JARAGUÁ HOJE

Ponto mais alto da cidade de São Paulo, com 1.135 metros de altitude com uma vista que alcança até 55 quilômetros. 

Em 1946, o Pico do Jaraguá foi transformado em ponto turístico e alguns anos depois, em 1961, foi criado o Parque Estadual do Jaraguá, para que os visitantes tivessem acesso à parte histórica do local, como o casarão do bandeirante Afonso Sardinha (visto acima como é agora, restaurado)
O parque foi tombado em 1983 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat) e em 1994 como Patrimônio da Humanidade, pela Unesco.

O acesso ao topo pode ser feito: através de uma via asfaltada, a Estrada Turística do Jaraguá, que tem início no km 18 da rodovia Anhanguera ou através da Trilha do Pai Zé, numa caminhada de cerca de dois quilômetros. Ou através da Trilha do Silêncio, desenvolvida e instalada para passeios com grupos de terceira idade, e portadores de necessidades especiais).



                      Pico do Jaraguá hoje

Lá no alto há uma grande antena de televisão, além de pequenas lanchonetes e estacionamento para os veículos e, é claro, a melhor vista da cidade.

Pico do Jaraguá e Parque Estadual do Jaraguá
End.: Rua Antônio Cardoso Nogueira, 539 – Jaraguá – zona Norte – São Paulo. 
Horário de funcionamento: todos os dias, das 7h às 17h Tel.: (11) 3945-4532

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                                            Localização pelo Google Earth (via satélite)
                               BR 050 – Via Anhanguera                SP 348 – Via dos Bandeirantes
Notas - Muitos dados de Clemente  Àlvares obitidos  no livro  de jorge Caldeira NEM CÉU NEM INFERNO. 
Ruas Afonso Sadinha e Clemente Álvares  são duas ruas conhecidas do centro da Lapa, travessa da rua 12 de Outubro.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

OS PARQUES DA CIDADE- O PARQUE DO ESTADO


Alguém que mora em outro hemisfério, em um país de história e civilização milenar falou de São Paulo de maneira ofensiva esquecendo que estamos ainda na primeira infância de nossa história, com peculiaridades de diversidade populacional e não tivemos tempo para crescer e aprender a ser uma “cidade”.
 Entre outras coisa a revista ABACO, espanhola, dizia em 2004, que São Paulo era “uma de las más feas e inhospitas del continente.”   “casi inexistência de parques y espacios públicos donde sentarse y mirar.”
Não gostei. E resolvi sempre que possível falar das coisas positivas de São Paulo. Mesmo 12 anos depois estou cumprindo o meu dever de paulistana falando sobre os PARQUES DA CIDADE que a embelezam e lhe dão muito verde, muito mais do que o próprio paulistano conhece.

São Paulo tem parques sim. Muitos e grandes, bem cuidados, mas pouco conhecidos. Então, como gosto de divulgar coisas, aqui vão várias postagens sobre os nossos parques, os parques dos Paulistanos
Começo com o maior, o PARQUE DO ESTADO e em postagens sucessivas vou escrevendo sobre outros parques.

O PARQUE DO ESTADO conhecido antes como Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, e agora também conhecido como Parque da Água Funda é um parque público estadual
É uma das pouquíssimas áreas do município em que ainda se encontra vegetação de Mata Atlântica. Estende-se por 526 hectares.

                           Visão do Parque do Estado em vista aérea – relações com a cidade

Parque do Estado em vista aérea - relação com o Aeroporto de
Congonhas


Parque do Estado em relação com avenidas próximas


O parque hospeda diversas instituições, entre elas o Jardim Botânico de São Paulo, o Parque Zoológico de São Paulo, o Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade de São Paulo – Cientec  e o Observatório de São Paulo.

Sua história começou nos idos de 1893, quando a região era privada, pertencia a diversos proprietários e era 22% maior do que é hoje. Foi   desapropriada pelos poderes públicos e utilizada como fonte de recursos hídricos para melhor abastecimento de água em bairros da zona leste da cidade – Brás, Mooca e Ipiranga, até a década de 1930,
Uma das primeiras instituições a ocupar o imenso Parque do Estado foi o Observatório do Estado que já existia com outros nomes desde 1912 e quando José Nunes Belfort de Mattos usava sua própria casa para, carregada de instrumentos específicos e situada na Av.Pulista 133 (onde hoje é o MASP) já fazia observações.

Casa de Belfort de Mattos na Av. Paulista
Observatório  da Av. Paulista

Em 1928, com o crescimento da cidade, a avenida Paulista já não era mais a localização ideal para o observatório, pois o imenso movimento prejudicava tanto as observações atmosféricas quanto as medições sismológicas. Logo, foi efetuada a sua transferência para o Parque do Estado, localização considerada mais apropriada dentre as cogitadas como Instituto de Astronomia,Geofísica e Ciencias Atmosféricas - IAG
Com a criação da Universidade de São Paulo em 1934, o IAG passou a ser considerado como Instituto Complementar da USP.
Na década de 1990, o IAG foi deslocado para a Cidade Universitária da USP, no Butantã, e seu campus da Água Funda passou a abrigar o Parque de Ciência e Tecnologia da USP (CienTec). Desde então, o local possui apelo turístico, com visitas e palestras para escolas e visitantes.

Um grupo de trabalho foi criado em 1993 para elaborar um diagnóstico do estado de preservação daquela área do Parque do Estado. A partir dessas informações, políticas de preservação ambiental seriam implantadas.
Alguns locais são abertos à visitação pública:
·         Jardim Botânico (aberto ao público);
·         Instituto de Botânica de São Paulo (aberto ao público);
·         Instituto Geológico (aberto ao público);
·         Fundação Zoológico (aberto ao público);
·         Parque de Ciência e Tecnologia da USP (aberto ao público);
·         Observatório de São Paulo (aberto ao público);
·         Secretaria do Estado de Agricultura e Abastecimento;
·         Centro de esportes, cultura e lazer (aberto ao público);
·         Centro de logística de exportação;
·         Centro de exposições Imigrantes;

INSTITUTO DE BOTÂNICAJARDIM BOTÃNICO – Implantado pelo naturalista mineiro Frederico Carlos Hoehne .  Sua área de 360 mil m² de mata atlântica abriga 380 espécies de árvores, utilizadas para fins de pesquisa e conservação. 
Algumas das atrações locais:
 - Alameda Fernando Costa –
 - Córrego Pirarungáua –
 - Museu Botânico Dr. João Barbosa Rodrigues -
 - Escadarias/Jardim de Lineu
 –
 - Estufas 
 - Lago das Ninféias 
- Jardim dos Sentidos –
 - Trilha da Nascente –

  
                                        Jardim Botânico do Parque do Estado


PARQUE ZOOLÓGICO DE SÃO PAULO é o maior jardim zoológico do Brasil. Aloja as nascentes do histórico riacho do Ipiranga, ao sul da cidade de São Paulo, , dentro do Parque do estado, localizado em uma área de 824 529 m² de Mata Atlântica original.
Exibe mais de 3.200 animais, sendo 102 espécies de mamíferos, 216 espécies de aves, 95 espécies de répteis, 15 espécies de anfíbios e 16 espécies de invertebrados, em recintos que reproduzem os habitats naturais desses animais. A fazenda do Zoológico, de 572 ha, produz hortaliças usadas na fabricação de rações variadas para os animais, além de material para os recintos onde ficam os animais. Nela ficam animais que precisam de maior área para acasalamento. [
O Zoológico de SP foi criado em junho de 1957, Os primeiros animais de origem exótica, como os leões, ursos e elefantes, foram adquiridos de circo particular e os animais da fauna silvestre brasileira, como onças e galos da serra, foram adquiridos em Botucatu. o rinoceronte Cacareco, que ficou famoso pelo episódio de ter sido eleito vereador nas eleições de outubro de 1958
Em maio de 2001, a área anexa ao zoológico e que era ocupada pela empresa "Simba Safari" foi reincorporada à Fundação Parque Zoológico de São Paulo, sendo reaberta ao público como "Zôo Safári" 

PARQUE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA USP (CienTec). Desde então, o local possui apelo turístico, com visitas e palestras para escolas e visitantes.
Já existente desde 2001 quando foi criado, o Parque de Ciência e Tecnologia da USP, Parque CienTec, vinculado à Pró-reitora de Cultura e Extensão Universitária, da USP, e desde  2012 considerado como ¨Reserva Ecológica da USP¨, tem  área de 112 hectares de mata, tem proteção  como área de especial interesse ambiental,  e foi declarada de caráter de preservação permanente e destinada apenas a conservação, restauração, pesquisa, extensão e ensino.
O Parque CienTec fica dentro do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, conhecido como Parque do Estado, junto ao Jardim Botânico, ao Jardim Zoológico, e ao Observatório de São Paulo, na Zona Sul do município de São Paulo/SP.
, O Parque CienTec é uma instituição que oferece entretenimento educativo para crianças, jovens e adultos. Por meio de diferentes passeios, demonstrações e experiências, a ciência e a tecnologia ficam muito mais próximas do visitante.


Algumas das atividades no Parque CienTec são:
- Astronomia, geofísica e meteorologia
- Alameda Solar
- Planetário
- Observações astronômicas
- Nave virtual Mário Schemberg
- Gruta Digital
- Geofísica 
- Meteorologia
- Fontes do Ipiranga
- Trilhas ecológicas
- Exposição de Matemática
- Laboratório de óptica
- Energias alternativas
- Princípios de física

                                                      Portal do CienTec
  
 
                                                       Alameda Solar - CienTec



                                                                Planetário - CienTec


                                             Estação Meteorológica - CienTec

Serviço:
Parque de Ciência e Tecnologia da USP –  CienTec
End.: Av. Miguel Stéfano, 4200 – Água Funda – zona sul – São Paulo.
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h30 às 17h. Sábado, das 9h às 16h. Agendamento de grupos: de segunda a sexta, das 9h às 17h.
Tel.: (11) 5077-6312.


http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/o-que-visitar/atrativos/pontos-turisticos/4250-parque-de-ciencia-e-tecnologia-da-usp-

sábado, 19 de novembro de 2016

BOAS VINDAS AOS NOSSOS “FIGUINHOS” Filhotes do clone da Figueira da Glette


Quem acompanha os meus textos neste Blog já sabe o quanto a Figueira da Glette representa em minha vida. (Veja publicações de 21 de março de 2008 sobre A Figueira da Glette e o Palacete da Glette e procure  o livro  A Glette, o Palacete e a Universidade de São Paulo  onde a Luta pela Figueira foi tanta que mereceu até um capítulo próprio. 

Vai lembrar que em 24 de novembro de 2006 um clone da Figueira da Glette foi plantado na Praça do Por do Sol da USP com toda a pompa e circunstância. Muitas fotos foram tiradas.


Clone da figueira no dia do plantio em novembro de 2006
Vista de São Paulo no fundo


Grupo que vivenciou o plantio do clone da Figueira  na Praça do Por do Sol – USP em novembro de 2006



Eu Neuza plantando o clone da Figueira na Praça do Pôr do Sol –USP em novembro de 2006 – ao lado profa. Berta Lange de Morretes, atualmente com quase 100 anos.

Placa comemorativa


No  próximo dia 24 esse acontecimento vai fazer 10 anos

Durante todos esses anos, quando passei por lá - e foram muitas passagens de ônibus ou de carro nas andanças pelos cursos da Universidade Aberta à Terceira Idade- USP – sempre a “cumprimentava” porque para mim era uma referência importante.

Às vezes me assustava com a aparência meio decadente que sugeria uma “morte anunciada”. Desconhecida, apesar da placa identificadora do que a planta representava, quase ninguém lhe dava um olhar ou reconhecia o seu significado dentro da USP.

De repente, um susto e uma alegria. De tanto me ouvir falar desse clone, um dia destes, meu filho parou, olhou, fotografou e fez um close da folhagem. E, para surpresa, lá estavam “figuinhos” –seus pequenos frutos – que mostravam que ela estava ainda viva.

É com emoção que eu dou as boas-vindas a esses “figuinhos”, porque eles representam o resultado de muito trabalho de preservação da memória coletiva de quase mil gletianos que tem neles a referência de um tempo de estudantes.
Aqui estão eles fotografados em novembro de 2016


                                    O clone da Figueira em novembro de 2016



Ache os "figuinhos" e dê as boas vindas simbólicas a eles