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PAULA

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PAULA

















     Qual a diferença entre as duas imagens?

A princípio, nada demais. Dois momentos de uma mulher que gosta de mudar seu visual. Na verdade, dois momentos que mostram doação de 15cm de seus cabelos para perucas de mulheres que passaram por quimioterapias e que sem cabelos, anseiam por uma peruca.
É essa é uma das Paulas: a que doou cabelos e como doa seu tempo para ajudar em uma instituição de cegos.
Paula é uma jovem senhora que divide seu tempo em um trabalho real, e o cuidado de dois filhos que agora já são jovens adultos mas precisaram e tiveram seus cuidados em toda a difícil fase da adolescência. É uma guerreira, que enfrenta e resolve problemas, mantendo sempre um sorriso e um bom humor invejável.
Foi através dela que consegui saber da doação de cabelos, doação de tempo para revisão de livros para cego-Fundação Dorina Nowill para Cegos -fazer parte de listas para doação de medula óssea - Redome - e não doa mais sangue embora tenha ainda idade para isso porque tem umproblema…

MÚSICA, MUITA MÚSICA SEMPRE

Música me faz bem, recarrega minhas baterias e me faz melhor e feliz.  Por isso, quando tenho a oportunidade de uma over dose de Música, tenho que compartilharsempre.  E quando em um curto espaço de tempo – entre 28 de abril e 6 de maio - ouço muita música, tenho que escrever. Quando transformo o sentimento em palavras, volto a viver os momentos emocionantes.
Durante 9 dias pude estar em um espaço maravilhoso – Theatro Municipal, com orquestras “nossas” – Orquestra Experimental de Repertório e Orquestra Sinfônica Heliópolis, maestros que também já fazem partedo nosso mundo, ouvindo Mahler que não é o meu preferido, mas admiro a orquestração – Shostakovichque eu estou aprendendo a gostar- Rachmaninoff que com seu Concerto nº 2 para piano e orquestra me atinge emocionalmente porque cada vez que eu o ouço, é uma nova vez porque sou outra,os músicos são diferentes e o maestro é sempre único . – Debussy com sua “música aquática” seu Fauno e seu Luar -Tchaikovsky que sempre estará comigo porqu…

NOTICIAS SOBRE A PAINEIRA (S) E A FIGUEIRA DA GLETTE

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Na verdade, as que eu vejo daqui e me confundiram são duas: a que está mais próxima da rua é a que está na UTI precisando urgente ser pelo menos podada. Tem poucas folhas, que timidamente procuram sobreviver. Flores? Nem pensar. São tão mirradas de só folhas, que nem as maritacas a querem. A PAINEIRA mais perto de mim e que eu vejo melhor, me deu esperanças de melhoria de saúde quando ela se encheu de botõezinhos, futuras flores em um final de verão.

Esta imagem mostra as duas PAINEIRAS Em primeiro plano a que tem botõezinhos e ao fundo a que está mal, precisando de poda “pelo menos”
Pois as MARITACAS nos seus voos expiratórios descobriram os botõezinhos e começaram o ataque. Já comiam os óvulos ainda antes das flores se abrirem e expondo os ovários com óvulos. Os botões sobreviventes ainda se abriram em flores que atraíram mais e mais maritacas.E o jardim novamente começou a ser coberto por pétalas caídas depois do ataque das aves.
Compreendo as relações de predação da Natureza: óvulo…

AINDA A FIGUEIRA DA GLETTE

A ultima entrevista sobre a Figueira da Glette, agora para a CATRACA LIVRE. está no video acessado pelo link
https://www.facebook.com/CatracaLivre/videos/2163309347039398/?q=catraca%20livre%20neuza

DE SÃO PAULO - 1 - LUGARES ESQUECIDOS OU DESCONHECIDOS DE SÃO PAULO

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1. Estátua de Giuseppe Verdi Instalado no Vale do Anhangabaú, na escada de saída para a Rua Libero Badaró, altura do número 346, Centro, região central, São Paulo, o monumento a Giuseppe Verdi homenageia o ilustre compositor italiano, autor das óperas consideradas as mais populares do mundo. Inaugurado em 1921, o monumento foi feito pelo italiano Amadeo Zani.
Peça – Bronze (5,23m x 3,08m x 2,94m), Pedestal – Granito (1,50m x 2,20m x 2,12m "A escultura é tão grande que foi difícil encontrar um lugar adequado, após ela ter sido retirada da Praça do Correio. Agora, dá visibilidade ao edifício Sampaio Moreira, o avô dos arranha-céus paulistanos."
2. "Homem Aramado" A obra 'Homem Aramado', em frente ao prédio da Gazeta à direita, está totalmente misturado às grades do edifício onde fica. A peça perdeu sua individualidade. Algumas pessoas dizem que é uma metáfora da avenida, que aprisionou o humano no concreto e no ferro que moldam a cidade."
Av. Paulista, 925, B…

DE SÃO PAULO - 2 - TESTEMUNHO DE UMA ÉPOCA

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A imagem representa testemunhos do tempo em que São Paulo tinha Bondes. Eles estiveram na cidade a partir de 1900 e começaram a ser desativados em 1950 ”morrendo” definitivamente em 1968.
É um pedaço de trilho de bonde e fica na Praça Ramos de Azevedo, em frente a uma loja de departamentos e perto da escadaria do Theatro Municipal.
O bonde saia da Rua Xavier de Toledo passava em frente ao Teatro Municipal e depois de passar pelo centro novo, subia a Consolação. 
Tinha o Vila Buarque e o Pinheiros.
Em 1939, durante muitos meses usei esse itinerário para ir com minha mãe ao Cemitério São Paulo, onde minha irmã acabara de ser enterrada.
Passe por lá. Olhe e Veja.  Estará em um pedaço esquecido da cidade.
Também mate a saudades com a imagem deste bonde.


DE SÃO PAULO -3 -O MONUMENTO QUE A CHUVA LEVOU

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 t Transcrição do artigo de O Estado de São Paulo – 31/08/2008
É um artigo de Alex Solnik publicado em O Estado de São Paulo, caderno Cidades/Metrópole em 31 de agosto de 2008.
Eu estava conversando com Mauris Warchavchik sobre alguns episódios do passado de São Paulo, quando ele se lembrou de algo peculiar”. “O senhor conhece a história do Monumento do IV Centenário?” Perguntou ele.
Eu não me lembrava. Do símbolo do IV Centenário, sim; do monumento, não. Mas são no fundo a mesma obra. Espiral é o seu nome. A verdadeira história de sua construção e do que aconteceu com ela foi contada, pela primeira vez, naquele dia, por ele. “Nunca contei, mas agora vou contar o que aconteceu. ” Mauris se lembra do dia em que Ciccilo Matarazzo procurou seu pai, o famoso arquiteto Gregori Warchavchik. E da frase que proferiu:
“Estou desesperado! Não consigo construir o monumento - símbolo do IV Centenário!” Faltavam dois meses para o evento mais esperado da década. O ponto alto dos festejos do IV Centenário…

AGORA, É UMA PAINEIRA

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Além da minhaFIGUEIRA (DA GLETTE), tenho a minhaPAINEIRAque fica no jardim do meu prédio e que acompanho mais pela copa, porque moro no 10º andar. Por este Blog acompanho a PAINEIRA desde 2003 quando minha estada forçada em casa por mais tempo, me levou a olhar detalhes do meu ambiente.(Ver publicações de 3/09/2008e 31/08/2013).
Escrevi sobre a PAINEIRA em 2014, mas “esqueci” de publicar.Para dar continuidade à saga dessa também minha árvore, e como pretendo voltar a ela em 2018, aqui vai:
MINHA PAINEIRA EM 2014 (com quatro anos de atraso)
Estou esperando pelas flores. E também as maritacas que chegam uma ou duas, procuram entre as folhas, gritam e gritam e desistem. Não há nenhuma flor que elas possam atacar. Até o fim de fevereiro, em pleno verão tudo continuava no mesmo. Não tenho muito tempo para ficar observando, mas quando voltei a olhar as paineiras vi algo que pareciam botõezinhos.

Paineira em nove de março de 2014 Botões em destaque. 

Vou continuar vigiando. Sei que com as flores vol…