segunda-feira, 31 de maio de 2010

MINHA ATIVIDADE CULTURAL EM MAIO

Felizmente começou cedo. Já no dia 01 cheguei até a Casa das Rosas para ouvir Barbara Casini in concert, levada à Casa pelo Istituto Italiano di cultura. Repertorio de musicas italianas e brasileiras. Voz agradável, interpretação muito pessoal, valeu o final de tarde. Para mim, a Valsinha do Chico Buarque cantada em italiano agradou muito. Consegui a letra que mando para Jurema.

No dia 02, no Masp, a OCAM. Boa companhia (Eliana de Campinas-Sumaré e uma amiga dela e o filho). Otimo programa. Beethoven com o concerto triplo para piano, violino e violoncelo com um trio formado pelos irmãos Brucoli. E completando o programa, a sinfonia nº 1, um pouco mozarteana mas já conhecida do meu ouvido. Olivier Toni, já bem velinho foi o regente.

No dia 5 o programa foi de ArtesVisuais: a aula de Renato Brolezzi sobre VELASQUEZ e à tarde durante 3 horas houve um preparo para a Bienal.

O programa de musica seguinte foi no dia 11, no Olido nas VESPERAIS LIRICAS. A ópera “simplificada” foi “La Serva Padrona” de Pergolese (1770-1736). Já vi varias vezes incliusive com a apresentação de Sergio Casoy e esta foi bem reduzida. Mas, são amadores, e fizeram o seu papel. Parte da orquestra MunicIpal estava lá, fazendo a musica: violoncelo, violinos..... A regente foi aquela “Fininha” Erica ........

Em 14 de maio a Orquestra Sinfonica da USP reagida pela Ligia Amádio se apresentou no auditório Camargo Guarnieri com parte do programa mas muito bom. Silvio Ferraz com musica contemporânea e Rachmaninov –Concerto nº 2 muito bem executado por jovem pianista Vanessa Perez. Hora do almoço, valeu.Gosto muito de Rachmaninov, me lembra o casamento da Jurema-Oscar quando a musica de fundo foi o segundo movimento desse concerto.

No dia 18, exposição de pintura de Enio Squeff que eu conheço há mais de 20 anos. Fomos eu e Li e o que uma não capta a outra sim. Pintura que me agrada..

Na Literatura o curso versou o tempo todo sobre Machado de Assis, uma de suas obras mais estudadas e conhecidas, “Memórias Postumas de Brás Cubas.” Overdose machadiana.

Dia 26, programa que me surpriendeu –Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Sem cordas (só contrabaixo e harpa) muitas flautas, oboés e clarinetas. Percussão boa e bem atuante. Tocou musicas de balé. No Sesi Paulista ao meio dia.

Dia 30 Ocam no Masp com um programa enfatizando harpa com orquestra de Câmara.
Conforme explica o folder, harpa foi construida pelas casas Pleyel e Érard que encomendaram respectivamente a Debussy e Ravel, uma obra para o instrumento. O programa de hoje versou sobre essa composições desses dois compositores. A solista foi Liuba Klevtsova, russa muito jovem e muito envolvida com a musica de concerto do Brasil, principalmente em São Paulo. E o arremate do programa foi a Sinfonia nº 100, “Militar” de Haydn.

Como dá para ver por todos esses meus registros, Chopin não aparece, embora seja seu ano de comemorações. E ele foi o compositor ”adorado” na minha juventude. Meus sonhos de jovem eram sempre embalados por suas musicas. Cheguei a estudar um minimo de piano para poder tocá-lo. Pensava eu. Pouco conhecia da musica executada (por volta de 1948) porque não tinha condições de ouvi-la.Cheguei a ter um professor de piano –maestro Basile, o protótipo do ancião musicista, sempre com um sobretudo encardido, com um piano e montes de partituras com mais poeira do que notas e que dizia ter sido aluno de Liszt – que pretendeu me ensinar a tocar a Sétima Valsa de Chopin. O pior é que eu acreditei. E tentei. Depois desse fracasso, com 17 anos, larguei a Música pela Ciência.Mas, sempre que posso leio sobre Chopin, vejo filmes, faço cursos. E sempre tenho o que aprender sobre ele.

E neste junho de 2010 vou ter o prazer de aprender mais porque vai acontecer um novo curso sobre o meu compositor erudito da juventude, Frederic Choppin.

O curso é no Centro Universitário Maria Antonia da USP, na rua Maria Antonia, em frente ao Mackenzie, espaço que por si só é carismático. O professor? Dante Pignatari, que eu conheço bem, já o ouvi inumeras vezes em inumeros cursos. E vale a pena ouvi-lo. O horário? Meio tarde para uma “idosa” - das 20 às 22h – mas eu enfrento. O curso cobre o mês de junho, nos dias 8, 16, 22 e 30. Estarei lá sem dúvida aproveitando um mês de musica e conhecimento.

O CURSO
CHOPIN OU A ARQUITETURA DO ÊXTASE – DANTE PIGNATARI
A profunda influência que o compositor Frédéric Chopin exerceu sobre os rumos da história da música ocidental, seu pensamento compositivo, seus processos de construção e a originalidade com que fundiu formas díspares como a sonata e a cena operística, usando recursos da harmonia cromática, são demonstrados nessas aulas-concerto, com a audição de numerosos exemplos.

Programa
8 de junho
O mundo de Chopin: Paris por volta de 1830; burguesia,
ópera italiana e a tradição germânica
16 de junho
Chopin e a tradição germânica: contraponto e épica
22 de junho
Chopin e a lírica italiana: tempo e forma
30 de junho
Harmonia cromática: a grande síntese

Inscrições
Centro Universitário Maria Antonia – 3° andar – sala de cursos
segunda a sexta das 10h às 18h
Investimento --- R$170,00
Informações
3255-7182 – ramal 32 e 33 – cursosma@usp.br

3 comentários:

jefhcardoso disse...

É um prazer está aqui. Seu canto é muito aconchegante. Gostaria de ter participado dessa "overdose machadiana". Gosto muito de Machado, sempre tenho um livro dele em mãos.
Jefhcardoso do http://jefhcardoso.blogspot.com

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willy schumann disse...

Olá,

Parabéms pelo seu blog.

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Abraços,

Willy - o editor