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VIDA -definição científico-romântica

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Entre as muitas definições de VIDA  gostei desta

RESPOSTA AO DESAFIO À MEMÓRIA

Esta é a foto do casamento da india Diacui com Ayres a Cunha.  Aos vinte e nove dias do mês de novembro de 1952, numa das cerimônias mais concorrida do Rio de Janeiro, celebrou-se o  casamento da índia Diacuí, com o Sr. Ayres da Cunha , funcionário da Fundação Brasil Central, lotado na Base de  Aragarças .  Às 16h20 teve início a cerimônia religiosa, com a chegada da noiva – Diacuí –apoiada ao braço do seu padrinho o Jornalista Assis Chateaubriand. O primeiro casamento de um branco com uma índia ocorrido no Brasil, foi na época bastante questionado. Havia realmente um forte sentimento de amor do Sertanista pela índia Diacuí ou a pretensão de se tornar um dos herdeiros dos Kalapalos, proprietários de centenas de alqueires de terra no Alto Xingu? Era o que especulava a imprensa.   Houve dificuldades burocráticas, pois a maioria se indagava se era correto a um civilizado desposar uma “selvagem”, no regime em que o Código Civil mantém nossos silvícola...

UM DESAFIO À MEMÓRIA

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Quem se lembra desta cena?Pode identificar os protagonistas?  Na semana que vem conto a história

HONESTIDADE – uma agulha em um palheiro

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Pegando carona em um texto enviado pelo amigo Rubens, republico o artigo Atleta surpreende o mundo – Uma lição de honestidade e desportivismo! O atleta espanhol   Ivan Fernández Anaya , de 24 anos, não venceu a prova de cross country de Burlada, em Navarra, no último dia 2 de Dezembro, mas até hoje está sendo cumprimentado, elogiado, aclamado por sua atitude de HONESTIDADE durante o evento . O atleta queniano, Abel Mutai, medalha de ouro nos 3.000 m com obstáculos em Londres, estava prestes a ganhar a corrida. Mas parou no lugar errado, achando que tinha alcançado a linha de chegada. Ivan Fernández Anaya, o segundo colocado, se aproximou e, em vez de ultrapassá-lo, alertou o líder sobre o equívoco e o conduziu para confirmar sua vitória. Em outras palavras Ivan negou-se a conquistar a prova. Ele estava a 10 metros da bandeira da chegada e não quis aproveitar a oportunidade para a...

FILHO É BOM DEMAIS - Jurema de carvalho Calvanese em 2005

Encontrei nos meus arquivados um texto de minha filha Jurema e como é atemporal, achei por bem reproduzi-lo.  FILHO É BOM DEMAIS  FILHO É BOM DEMAIS, PRINCIPALMENTE QUANDO OS RESPEITAMOS COMO SERES HUMANOS. Pensem e reflitam a relação de vocês e procurem, dentro das possibilidades reais   usufruir ao máximo os bons e maus momentos. Não dizem a eles somente o que você espera que eles sejam, mas perguntem também o que eles esperam de vocês.”  - Aproveita agora que teu filho está dentro de você para ir, aos poucos, se acostumando a dividir.  - Aproveita agora que você pode ter o prazer de amamentá-lo.  - Aproveita agora que seus dentinhos estão nascendo, assim ele poderá saborear novas delicias da vida.  - Aproveita agora que teu filho está descobrindo novos horizontes e procure descobrir novos para você  também.  - Aproveita agora que teu filho já anda e poderá, junto com ele, rever alguns detalhes...

LEMBRETE -CURSO DE HISTÓRIA DA ARTE -MASP COMEÇA EM15 DE FEVEREIRO.

ASSESSORIA AO PROFESSOR Curso Introdutório à História da Arte a partir da Coleção do MASP             Voltado para professores e educadores, assim como para todos os demais interessados, o curso pretende oferecer uma introdução à cultura figurativa ocidental a partir da análise de obras escolhidas da coleção do MASP. Os participantes receberão certificado de participação. 15 DE FEVEREIRO MANET – Banhistas no Sena (Academia), 1874 – 1876 15 DE MARÇO COROT – Cigana com Bandolim, 1874 12 DE ABRIL MONET – A Canoa sobre o Epte, c. 1890 10 DE MAIO TOULOUSE-LAUTREC – Paul Viaud em Almirante do Século XVIII, 1901 07 DE JUNHO CÉZANNE – O Grande Pinheiro, 1890 – 1896   Das 11h00 às 13h00 Grande Auditório do MASP – primeiro subsolo 370 vagas GRATUITO Não há necessidade de inscrição prévia   Orientação: prof. Renato Brolezzi Assistente de Coordenação Serviç...

ESTRELINHAS 2

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Repetindo o que escrevi na noite de natal de 2012 Uma das coisas que me desesperam é a escuridão total. Perco as referências e me descontrolo. Por isso, não preciso e não gosto de escuridão para dormir. Tenho sempre a janela aberta. Vidro fechado para eventuais chuvas, mas veneziana aberta.  Às vezes vario a posição da veneziana. Há algum tempo, meses talvez. Tive uma experiência interessante: acordei pelas cinco da manhã e ao abrir os olhos no retângulo iluminado da janela, vi no escuro, duas estrelinhas.  Foi engraçado porque foi como se me saudassem: duas estrelinhas no meio de um sono a “piscar” para mim. Gostei. Depois de um tempo, a visão se repetiu, mas as estrelinhas já estavam mais próximas da moldura. Claro, a terra continuou girando e elas mudaram de posição. Gostei de revê-las, cumprimentei-as e já as considerei “minhas” estrelinhas. Sensação estranha, mas gostosa.  Nesta noite de Natal, acordei mais cedo.  Eram três horas. Procurei-as e e...

MISSÃO CUMPRIDA

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Quem leu minhas postagens anteriores por certo ficou sabendo e por que eu não gosto de velório e nem de enterro. E na sequencia também não gosto de cemitério. E quem gosta? Mas, ainda tinha um cemitério ligado à minha vida. Um cemitério vip, com “habitantes’ de top, visual lindo, e por isso mesmo caro para manter o verde a perder  de vista, e um atendimento especial. Para quem pode e quer. Não tenho nada a ver com isso e resolvi resolver uma a situação no mínimo incômoda.  Mas ainda estavam lá o que chamamos de “restos mortais”  e ficariam lá enquanto eu pudesse pagar a manutenção. O que fazer para resolver? E uma ideia surgiu na sequencia da minha DOAÇÃO DE CORPO.    Foi a DOAÇÃO DE OSSOS. Cuidei da parte burocrática com o Serviço Funerário, contatei a administração do cemitério e o Departamento de Anatomia da Biomédicas da USP.   O que restava materialmente do Ayrton, depois de 14 anos seriam doados para estudo. Isso foi feito c...

O INCRÍVEL PROCESSO DA MORTE - Dr Dráuzio Varela em 02 11 2008

  Artigo do Dr. Dráuzio Varela de alto valor científico me levou a transcrevê-lo Nossos filhos se tornaram adultos e tiveram filhos. O nascimento de um neto é evidência de que não somos mais necessários para a perpetuação de nossos genes. Desse momento em diante a vida seguirá em frente, estejamos ou não por perto.  Em 70 anos, uma recém-nascida se tornou avó ou bisavó. Quando nos aposentamos, a vida corre mais devagar. Nossos movimentos também estão mais lentos. Os sinais externos da idade ficam mais evidentes. Nossos sentidos estão menos sensíveis. Desde o nascimento, começamos a perder os cílios responsáveis pela captação dos sons, no interior do ouvido. Nessa idade já temos dificuldade para escutar os sons de alta freqüência. Devagar, com o tempo, perderemos até os que captam freqüências baixas. Os ossículos que transmitem as ondas sonoras da membrana do tímpano para dentro do ouvido endurecem. Fica difícil ouvir o que os outros falam. A visão também pi...

DECISÕES DIFÍCEIS (mas não tanto) consciente e sem conflitos– DOAÇÃO DE CORPO

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Isto é uma explicação para meu comportamento, no mínimo inusitado. Não foi uma decisão difícil. No mínimo teve seu tempo e sua hora e se apoiou na minha própria filosofia de pensamento e em ser prática, racional e objetiva. Quando se morre, formalmente há velório, enterro (ou cremação) e tradicionalmente tudo acontece como um ritual. Velório - uma vigília ao defunto – é para mim algo mórbido onde se prolonga o contato. Sofrido para a família próxima, meio indiferente para a maior parte dos participantes. Acaba sendo uma atividade social obrigatória. Os judeus nem abrem o caixão no velório. Ótimo. Fica para cada um a lembrança mais querida. Do ponto de vista religioso é a encomenda da alma (sempre as mesmas palavras e quanto mais palavras maior o sofrimento dos mais próximos) coisa em que eu não acredito. Sou bióloga, materialista e entendo que quando as funções vitais param tudo acaba mesmo. O velório culmina com o enterro (ou cremação) outro ritual macabro que gera aos...

MINHA POBRE "GALINHA DOURADA"

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Sempre soube que a escultura que fica no fim da primeira rampa de acesso ao auditório Simon Bolívar do  Memorial da América Latina era a Pomba de Ceschiatti, que tem uma história A convite do arquiteto Oscar Niemeyer, de quem foi colaborador constante, o escultor Alfredo Ceschiatti executou para o Memorial um de seus últimos trabalhos, pois faleceu em agosto de 1989.  Pousada na curva da rampa do imenso foyer espelhado do Auditório Simón Bolívar, a Pomba de Ceschiatti está preste a alçar vôo. Fundida em bronze, ela tem 2,20m de altura e envergadura de 3,00 m. Sua revoada levará a mensagem de paz por todo o Continente. Entre as outras obras do artista, destacam-se os anjos suspensos da catedral de Brasília. Mas, em Arte Contemporânea a interpretação é sempre do observador e a minha primeira impressão, em 1989, era que não podia ser pomba. Muito gorda. E adotei minha expressão “galinha dourada” para identificá-la. Me perdoe Alfredo Ceschiatti. Hoje, neste final ...