quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O APAGÃO DO DIA 10 DE NOVEMBRO DE 2009

Vamos fazer uma brincadeira?

Cada um que tomar conhecimento deste blog vai fazer um pequeno texto sobre o tema: ONDE EU ESTAVA NA HORA DO APAGÃO DO DIA 10 DE NOVEMBRO DE 2009 ÀS 22,13H.

Eu escrevo o meu texto:

Nas terças feiras, apesar dos meus muitos anos vividos, tenho o dia cheio. Vou à Biomédicas da USP, faço Musculação e eventualmente vou ao Páteo do Colégio encontrar a turma. Hoje não fui porque como participante de protocolos de pesquisa da Faculdade de Medicina da USP, fui ao HC para um teste Psiconeurológico (ou Neuropsicológico,não lembro)

Fiz hora e fui até o Istituto Italiano di Cultura para uma apresentação de ópera filmada que acontece às 19h das terças (uma das coisas boas de São Paulo) O apresentador é o Sergio Casoy que, com o seu conhecimento e capacidade de comunicação, torna o evento muito especial.

Ontem no programa, O BARBEIRO DE SEVILHA, uma ópera bufa, agradável, ótima para um fim de noite.

No melhor pedaço do segundo ato, quando a mocinha Rosina vai fugir com o mocinho Conde de AlmaViva, escuridão total. Susto, surpresa. Como nada indicava que a energia voltaria logo, sai, mesmo porque já eram 22,30 e eu sozinha para voltar para casa.

Com outra senhora foi um custo atravessar a Higienópolis e a Angélica, sem os farois funcionando. Onibus demorando e cheio, mas consegui um espacinho. Na Dr.Arnaldo quando fiz "badeação" de ônibus, muita gente e mais um espaço ainda menor até em casa. E o celular tocando. Os netos querendo saber onde a avó itinerante estava. O filho de Brasilia informando que lá o apagão não havia chegado. Preocupações mas não tanto porque sabem que dou conta do recado.

Por gentileza do motorista, o ônibus me deixou nos degraus do meu prédio. E aí outro desafio: 10 andares de escada que venci muito bem graças à minha musculação de 8 anos.

Finalmente em casa, contato com todos avisando que cheguei inteira. Não tive medo, não me afobei, e tudo deu certo.

Em minutos estava na cama porque nada mais havia a fazer. Logo depois das 2h, FIAT LUX de novo.

Viram como é fácil fazer um texto do cotidiano??? É só deixar os dedos correrem sobre o teclado materializando pensamentos.

PASSEM ESSA BRINCADEIRA PARA SEUS AMIGOS.

AGUARDO VOCÊS


13 comentários:

Noeli disse...

Vovó

Eu já estava em casa.

Adorei a sua participação no programa Ação.

Abraços

@_-¯Cristiano Quaresma¯-_@ disse...

Eu estava jogado no tapete
da sala, textualizando pensamentos
em minutas, desenvolvendo artigos
para atualizar "Meu Cazzzulo"...
Aguardando, coxilei no sofá,
ao som de Maria Rita, até a bateria
do Notebook silenciar tais melodias...
Acordei as 4hs. com o retorno
da eletricidade que, filosofando,
pode assar o alimento do Homem,
e também pode assar um Homem!
E assim se segue...
NAMASTE!

Anônimo disse...

Olá Vovó Neuza!!!

Adorei seu texto...... na hora do apagão eu não me aguentava pra dar minha última aula numa turma da EJA... o apagão caiu do ceu.... ou melhor.... de Itaipu... foi uma correria geral.... uma escuridão total.... o pior foi ter que aguentar o calor de 40° sem ar condicionado... o jeito foi pegar o ventilador de mão comprado do shopping China.... mas deu tudo certo.... não felizmente pra aqueles que perderam algo com o apagão de 10/11/2.009.

Beijos... Roselene

Professora Ismaelita disse...

ola vovó eu estava no banho tinha chegado da escola leciono a tarde e noite ,bjoo

Anônimo disse...

Moro em Brasília e aqui não sofremos as consequências do apagão. Mas meu marido estava em São Paulo e me ligou no momento do apagão, surpreso, pois do andar alto em que se encontrava, as únicas luzes que via eram os faróis dos carros. Fiquei acompanhando os noticiários até 1h da manhã, interessada em saber a causa do apagão.

Roberta

Gi~ disse...

Eu fiquei ouvindo musica no mp3 até cair no sono, meus irmãos estavam no quarto da minhã mãe falando com ela e nada mais =)...
Ah vô! eu queria q a senhora fosse minha vovó de verdade =P a minha não e tão legal [e uma velha bruxa e rabugenta]
Continue sempre assim linda e maravilhosa =)

Marcos Antonio disse...

Oi Vovó Neusa vi sua matéria no programa da Record, pessoas como a senhora sã exemplo pra qualquer pessoa parabéns.

NA hora do apagão eu estava em casa navegando na web, a energia oscilou e tive tempo de desligar o computador sem prejudicar o equipamento.

Onofre Miranda disse...

Oi Vó, posso chamar de vó também? estou no exterior (sul da França), mas acompanho sempre pela tv notícias do Brasil. Aliás, foi onde tive conhecimento do seu blog na reportagem pela recordnews, e a sra está de parabéns... lembrou me bastante a minha avozinha que já não está entre nós, mas ela sempre foi batalhadora, persistente e determinada - como a sra!
um forte abraço
Onofre

Anônimo disse...

Vovó Neuza, vi hoje a sua reportagem na record e fiquei admirado com sua pessoa. Sou estudante de biologia, e adorei saber que a senhora também fez o curso. A senhora é uma pessoa admirável, parabéns pelo exemplo de vida e pelo excelente blog!

Cacarina disse...

Oi Vó linda!
Eu havia tomado uma chuva deliciosa na saída do estacionamento do Walmart... Ao chegar em casa, preprarei-me para dormir rapidinho e quando deitei- puf- tudo apagou!
Delícia das delícias quando tudo pára. Nada de correria para acender luzes, fiquei conversando com o escuro...
Só no dia seguinte tive noção da extensão do assunto... E não há quem me convença de que foi apenas um mero apagão... Aí tem!
Querida, ainda bem que contra os apagões da vida, existem luzes lindas como a sua! Deus a abençoe sempre.
Um abraço afetuoso,
Cláudia

betina disse...

oi vovó!
Bem ,eu estava tomando café quando começou o jornal da record ,a primeira notícia foi do apagão,imediatamante liguei para os meus parentes no brasil ,que sufoco ,mas graças a Deus estava tudo bem ,um abraço vovó!

Adriana Manso disse...

Olá Vovó Neuza... adorei o seu blog!!
Eu estava em casa conversando conversando com a minha amiga Chef de cozinha resolvendo coisas sobre a Ceia de Natal.
Na escuridão procuramos algumas velas e continuamos o nosso trabalho...
bj vovó

Lazcris disse...

Lázaro - SJC - Eu voltava a pé com minha bela esposa do nosso noturnico ofício de tentar resolver problemas de conterrâneos paulista e goianos, quando fomos abordados por dois infelizes menores, que certamente já desgostosos de suas bicicletas, certamente já furtadas de outros, vieram nos agraciar a noite roubando nossa mochila, felizmente com poucos pertences, e poucos reais...