segunda-feira, 29 de março de 2010

MUSICA NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2010


O universo musical em São Paulo (música erudita)) não começa antes de março. Janeiro é o alto verão, as pessoas viajam e as altas temperaturas não são compativeis com o ambieente de uma boa musica erudita.
Fevereiro tem o Carnaval e só ele domina. Além disso, as orquestras e os musicos também vão para o outro hemisfério paraa as temporadas de invereno. Lá.
Algumas coisas aconteceram mas eu não estive l´. A salaSão Paulo apresentou eventos com o novo maestro e pela revista Concerto tomei conhecimento de tudo quanto aconteceu. Nãotive pique, não atinha companhia e tinha mil coisas a resolver.
Assim só recomecei no dia 12, quando a Orquestra Sinfonica da USP apresentou o concerto de abertura de 2010, no Auditório Camargo Guarnieri, na Cidade Universitária. Parte, porque o concerto inteiro foi para a Sala São Paulo Ligia Amadio regendo foi um belo espetáculo. Risonha, simpática, envolvida na musica que rege, transmite aquilo que se espera. Strauss cantado por um tenor hungaro; Bruch em solo de violino por Ray Chen que aos 21 anos já venceu concurso importante;César Frank, só um movimento.
No final ainda fui dar uma palavra com Julio Ortiz o spala dos violoncellos e mostrar a ele um programa de 1995, onde seu nome já aparecia. Gostou de se lembrar.

No dia 16 foi Música no Masp, às 12,30h. Um conjunto de 12 musicos aresentados por Irineu Franco Perpetuo em “A História atravvés da música” complementada por imagens dos principais periodos da história.
No programa passaram pelo periodo Barroco – Vivaldi; periodo clássico –Mozart; periodo romantico – Tchaikovsky; periodo comtemporâneo – Barber; música nacionalista – Guerra-Peixe.

No dia 21 o programa seria na Sala São Paulo, às 11h em apresentação gratuita. Pelo regente: Jamil Maluf; pela orquestra: Orquestra Experimental de Repertório comemorando seus 20 anos; pelo programa: Gershwin e Dvorak eu resolvi ir, nem “que fosse a pé”. Convenci Flavio e Li a irem também e saimos daqui às 9,30h. Sem mais ingressos só na fila de espera. Culpa minha porque desde segunda os ingressos estavam dispuniveis. Fiqui só eu que tenho paciencia para esperar mais de uma hora. Por sorte encontrei um casal de boa conversa e a hora passou rápido. Liberadas as sobras ainda encontrei bom lugar. Sala lotada, muitas crianças. Bom de se ver.

O concerto de Gershwin foi magistralmene executado por Pablo Rossi, um “menino’ de 20 anos com a capacidade tecnica e interpretativa de um adulto. Aplaudidissimo ainda executou Tristesse de Chopin no bis.. Depois, a sinfonia Novo Mundo de Dvorak. Maravilhosa. Os sopros e principalmente as trompas (4) brilharam.
Aplausos, aplausos, aplausos fizeram Jamil Maluf se emocionar às lágrimas. Estar com sua Orquestra Experimental de Repertório (Municipal) na Sala São Paulo (Estadual) e dar seu recado da melhor maneira era tudo o que ele queria.

28 de março – OCAM (Orquestra de Câmara da USP) no Masp para a primeira apresentação do ano com renovação de muitos componentes. Gil Jaardim reeu Mozart e Schubert. Canto, Dom Giovanni, com a soprano Elisabeth Ratzersdorf e a Sinfonia nº 5 de Schubert, peça mais ou menos simples como degrau para programas cada vez mais complexos.
Nada de extraordinário.



5 comentários:

Laila Guilherme disse...

Desculpe comentar aqui sobre outro assunto: vi você no documentário de bairros sobre a Lapa, dia desses na TV Cultura. Bem interessantes, o seu depoimento e o de outros moradores. Nasci lá e sinto que, como toda a cidade, o bairro muda cada vez mais rapidamente... para pior, em muitos aspectos...

Liz Dantas disse...

Olá
Muito interessante seu blog,adorei conhecê-lo
Beijos

Rafael Tadeu de Matos Ribeiro disse...

Olá,
Parabéns pelo blog. Conheça os meus blogs:
www.imperativocientifico.blogspot.com
(divulgação científica) e
www.petalasesepalas.blogspot.com

Abraço
Rafael

Anônimo disse...

Vovó Neuza, eu também adoro música clássica. Mas estou aqui para comentar outra coisa. vi uma entrevista sua, e você falou sobre maternidade. Eu fiquei muito emocionada, apesar de não ser mãe, sou filha, e sei exatamente que esse sentimento que você descreve é algo que tem uma volta, quer dizer, os filhos também sentem algo pela mãe que tem a ver com essa ligação. Um beijo.

chaves disse...

Vovó neuza adorei a senhora,eu sou estudande de história amo minha cidade São Paulo,amo as plantas e a música Erudita.
parabnes pelo blog