sexta-feira, 28 de setembro de 2012

SONO- considerações em torno de um fato


Costumo dormir às 22h quando não tenho programa à noite (e geralmente não tenho). Entre 21 e 22h frente a uma TV sem som, cochilo com a passagem das imagens. E ás 22h vou para a cama.
Meu sono não é contínuo. Acordo várias vezes. Com o relógio digital à minha frente vou vendo as horas.
Meia noite – que bom. Tenho toda a noite pela frente no quentinho do edredon – não tenho mais “cobertor de orelha.” Essas duas horas são “de sono de pedra”.  Durmo de novo. Acordo ao redor de 3 horas. Já dormi o suficiente, mas o quentinho me seduz e continuo em um sono meio cochilo  meio sono. Até 4 horas. Que bom!!! Ainda tenho 2 horas se não de sono, no quentinho.   Se conseguir ficar naquele estado de sonolência, sou capaz de engatar de novo no sono. Mas, às vezes me descuido e acordo de vez. E aí não tem jeito. Os neurônios acordam de vez também, começam a trabalhar  desordenadamente e muitas ideias vão igualmente acordando. E é nesse período que eu produzo mais.   O que quero e devo fazer durante o dia, invenções novas, reclamações, compromissos, tudo meio sem ordem. Se tenho uma prancheta na cama anoto os fatos com palavras soltas e depois desenvolvo textos. Se não, guardo tudo na cabeça a e assim que levanto já anoto tudo perto do computador (onde trabalho é lógico)
E aí chega seis horas, - ou até antes -. E meu relógio biológico acende a toda e me joga para fora da cama. Nem o quentinho me seduz.
E aí começa o meu dia.

COMPLEMENTAÇÃO - A ROTINA PRIMEIRA
Se quando levanto paro primeiro no escritório, corro o risco de esquecer de tomar  café......... Faço força para seguir adiante e cuidar da  minha primeira refeição: café e jornal. Não dispenso meu café com leite e o esquento no micro-ondas por dois  minutos para que ele fique bem quente. Isso porque eu o tomo enquanto leio o jornal.
Repasso por cima e me detenho no que me interessa. Lógico a primeira página, depois artigos de cronistas de quem eu gosto,  passo correndo por política (não me atrai, não me interessa já agora nos meus 82 anos e já tendo testemunhado todas as bandalheiras imagináveis). O que acontece na cidade me interessa muito.  A Ilustrada me dá informação cultural que seleciono conforme meu interesse. De esporte não conheço nada principalmente futebol. Então para não desperdiçar o caderno deixo com a turma d portaria que assim se mantém bem informada naquilo que gostam e entendem.
No “correr da carruagem” o meu café com leite parcialmente tomado já está frio. Não o esquento de novo porque é um fato que marca um tempo de leitura.
Quando não tenho muito tempo, picoto o jornal. Corto o que me interessa para leitura posterior. Isso inclui fatos interessantes sobre a cidade, informações atuais sobre artes visuais e os guias me informam e me permitem escolher programas musicais, oferecidos aos montes, mas escolhidos dentre aqueles que estão dentro das minhas possibilidades.
Depois de lidos os recortes, guardo nos arquivos próprios ou os descarto.
Vem os  necessários ajustes domésticos, e  aí sim vou para o computador em um primeiro contato. Complemento com as noticias on-line e vou para os e-mails. Seleciono os que não me interessam, leio os demais e quando são muito especiais vão para um arquivo já nomeado. Respondo sempre.
E aí começa o meu dia de verdade que é sempre diferente um do outro.

Registro fotográfico dos fatos.
Nível de interesse- Personagem de São Paulo
Informação sobre um pintor conhecido
Informação sobre atividade musical da semana
Minha mesa de café da manhã





2 comentários:

Célia Rangel disse...

Oi, Neuza! Vidas muito semelhantes as nossas... apenas que o meu ritual do café da manhã é extenso... Depois, escritório leituras e produções! Isso é o que nos deixa vivas!
Bj. Célia.

Wilma Santos disse...

É dona Neuza temos algo em comum, minha mesa do café é também assim,metade ocupada por livros, revistas, pedaços de jornal, só que não arrumadinha assim, de vez em quando faço uma limpa,rsrsrs Estou aqui lendo suas viagens. Tudo de Bom!!