quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A ARTE DE GIUSEPPE ARCIMBOLDO (Artista que poucos conhecem)


Giuseppe Arcimboldo nasceu em Milão (Itália), no ano de 1527. No início, Arcimboldo foi discípulo do pai, com quem colaborou no desenho dos vitrais da catedral de Milão.   Cedeu às repetidas solicitações do Imperador Fernando I para morar em Praga, na Tchecoslováquia, recebendo o convite para ser o artista da corte. Durante vários anos, esteve a serviço dos imperadores Fernando I, Maximiliano II e Rodolfo II.


Serviu aos imperadores como arquiteto, cenógrafo, engenheiro, organizador de festejos e criador de máscaras e fantasias.

Arcimboldo apreciava transformar um rabanete em um rato? Uma vagem em um inseto? Com certeza ele expandiu a imaginação de seus contemporâneos e de artistas (e não-artistas) até os dias de hoje. 

Por meio de sua visão vegetariana, ele explorou a relação do homem consigo mesmo e com a natureza. Ele via uma ligação singular entre seres humanos e outros organismos vivos.
Suas obras mais famosas são as várias cabeças compostas, que retratam perfis humanos a partir da reunião de bichos, pessoas, plantas e diversos objetos. Suas telas não eram vistas, na época, apenas como pinturas: funcionavam como um jogo, uma brincadeira.



Arcimboldo morreu em 11 de julho de 1593 e, em pouco tempo, caiu no esquecimento. Somente no início do século XX, sua obra voltou a ser valorizada, especialmente pelos surrealistas, que se inspiraram no aparente desvario de suas telas. 

Antes de todo o surrealismo, impressionismo ter surgido na arte contemporânea, Giuseppe Arcimboldo juntava vários objetos, animais, frutos e vegetais na sua pintura, dando origem a a rostos bastante renascentistas.

Apesar da quantidade de trabalho mais tradicional que fez, os quadros que sobreviveram ao passar da História e que hoje conhecemos são aqueles em que os bustos dos nobres são "montados" com vegetais, frutas, raízes, animais e objetos cotidianos.
A sua obra haveria de influenciar, mais tarde no século XX, os pintores surrealistas, sendo redescoberto por Salvador Dalí.
As telas mais conhecidas são aquelas referentes às QUATRO ESTAÇÕES


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